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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Devemos dançar?

Tudo depende do que queiramos ser ou fazer no mundo,” diz certo autor.
Se os jovens tiverem de decidir a questão por si mesmos, a primeira coisa que farão é perguntar que mal faz dançar e por que a igreja adverte contra ela. Porém antes de responder, seja-nos permitido, pelo que isto representa de força e encorajamento, verificar o que dizem sobre o assunto as outras denominações.

A igreja metodista diz: “A dança é prejudicial à vida cristã,” e alerta os seus membros contra ela.

Diz a igreja congregacional: “Resolvido, que na opinião da associação a prática da dança por parte dos membros de nossa igreja não condiz com a profissão religiosa, devendo ser tornada objeto de disciplina.”

A igreja presbiteriana: “Consideramos a prática de dança por parte dos membros da igreja como pasmosa incoerência, e o entregarem-se os chefes de família a tais reuniões dançantes, como tendente a comprometer sua profissão religiosa, e o enviarem os pais cristãos seus filhos a escolas de dança como grave erro na disciplina da família.”
Diz a igreja episcopal, na palavra do bispo A. C. Coxe: “A dança é lasciva.” Mais tarde o mesmo bispo advertiu os dançadores que “contem em não vir à mesa da comunhão.” O bispo Hopkins acrescenta: “A dança é responsável pela dissipação de tempo, a condescendência para com a vaidade pessoal e o incitamento prematuro das paixões, e artifício nenhum pode torná-la condizente com o pacto do batismo.”

A igreja católica romana (Concílio Pleno de Baltimore), diz: “Consideramos ser nosso dever advertir nosso povo contra os divertimentos que possam facilmente tornar-se para eles ocasião de pecado, contra as modalidades de danças que, como praticadas presentemente, repugnam a todo sentimento de delicadeza e decoro, e se fazem acompanhar dos maiores perigos para a moral.”

Não faremos mais citações, mas passamos a expor dez razões pelas quais a dança deve ser condenada. Essas razões são reunidas de muitas fontes que tratam do bem-estar físico, mental e espiritual. Esse número pode ser aumentado. Podeis dizer que são afirmações radicais e prevêem condições que nem sempre procedem. Concedemos que assim seja, mas há que admitir-se também que não há uma só dessas dez proposições que não seja com alarmante freqüência uma verdade.

1. A dança é um estimulo anormal às paixões sensuais. Tenho ouvido apenas dois homens negá-lo, ao passo que centenas têm-no admitido. É evidente que a dança significa uma coisa para os homens, e bem outra para as mulheres. Muitas jovens nobres e de espírito bem dotado amam a dança por sua graça e ritmo. Para estas a dança apela apenas ao senso artístico. Ela apela também aos homens da mesma maneira, mas no que respeita ao sexo masculino não é este o mais forte apelo. Os homens chegam à maturidade em matéria de sexo quando as mulheres nada sabem a respeito. Mas as jovens devem ter conhecimentos sobre o assunto, a fim de poderem sentir em plena força a responsabilidade que repousa sobre elas ao se permitirem na dança o amplexo de rapazes.

2. O estimulo sexual resultante da dança geralmente vem quando é ele mais perigoso. A dança leva milhares de estudantes de escolas superiores, desprotegidos e não preparados, a situações em que não deviam estar. No bom plano de Deus para nossa vida Ele determinou que as paixões sexuais despertem lentamente para que o juízo e a força de caráter sigam a par com elas. Quando verificamos quantas mentes bem dotadas e brilhantes têm sido capazes de dominar todas as forças, exceto os reclamos do sexo, começamos a ver a sabedoria do plano de Deus. O Dr. W. A. McKeever diz: “A nova dança social é uma dança de morte. Jovens adolescentes de quinze anos são forçados pela dança a um intenso desenvolvimento sexual, em vez de experimentarem o despertamento normal, lento, da noção sexual.” Se acrescentarmos a isto os efeitos sobre a mente, teremos chegado mais perto da plena medida de seu significado.

3. A dança mina a saúde pelo menos de duas maneiras. Primeira, quando indevida e prematuramente excita as inclinações do sexo. Segundo, quando conduz a uma atividade anormal pelo manter-se desperto as desoras, associado ao comer e beber indiscriminalmente. Não há atitude mental que tão poderosamente reaja sobre a vida física como o incitamento provocado pela dança. Freqüentemente tem início uma intoxicação em que o corpo é forçado a obedecer aos reclamos de um frenesi mental. Não é pouco comum verem-se moços e moças manterem inconscientemente a atitude como que de sonâmbulos e o balanceado físico da dança em todas as horas e lugares da experiência do dia. A atitude conveniente para a saúde física e mental foi abandonada.

4. A dança debilita a resistência moral. Para que julgueis uma coisa convenientemente, é mister que vejais os seus frutos. Oficiais cívicos e obreiros sociais têm pouco que tratar com a assim chamada “dança respeitável,” mas eles vêem o que salta a cova do basilisco. Jane Addams diz que 85 por cento das jovens caídas citam a dança como o início do seu declínio. O Prof. A. T. Faulkner, que antes de sua conversão era proprietário da Academia de Danças de Los Angeles, disse que de 200 mulheres abandonadas, com quem ele havia falado, 163 atribuíram sua condição a escolas de dança e seus resultados. Jovens nobres tolerarão esta prática?

5. A dança destrói na pessoa o gosto por coisas espirituais. A alma necessita, tanto quanto o corpo, de um clima para viver. Tenho em mente dois quadros contrastáveis. Lembro-me da primeira bananeira que vi em Nova Albany, Indiana. Um de meus paroquiais orgulhosamente mostrou-me em flor. Essa flor era a recompensa de anos de expensas e cultivo. Muitas pessoas vinham para vê-la, pois uma bananeira em flor em Indiana era um acontecimento.
Aqui está o outro lado do quadro. Em junho último, quando no Instituto de Florida, vi ruas de graciosas bananeiras vergadas ao peso de frutos que faziam que as bananas de Indiana parecessem uma simples singularidade. A diferença não estava na espécie, mas no clima. O gosto espiritual é excessivamente sensível. Ele necessita do clima tropical da graça de Deus e da pureza para que desenvolva. Não preciso dizer mais nada. A principal pergunta não é: “Tenho eu alguma espiritualidade?” mas: “Quão bela e abundante é minha espiritualidade?”

6. A dança contribui para o mal do divórcio. Isto ela faz por gerar desejos na vida que não se acomodam à rotina e requisitos morais de uma família bem sucedida, como também pelo criar e perpetuar o terrível trinômio de relação: cinema, novelas e pluralidade de lares. Um lar onde Cristo não está presente está firmado em bases demasiado débeis para que possa enfrentar todos os reclamos da vida familiar e qualquer tentativa para satisfazer esta falta mediante exteriotipações mentais e algumas vezes físicas com lesão da correção moral está fadada a fracasso. Um lar onde Cristo está presente, mas onde não tem todo o domínio, não pode sem prejuízo segregá-Lo de molde a permitir lastro a interesses que Ele não aprova.

7. A dança não dá lugar ao intelecto. Sua predominância é em grande parte devida ao fato de que ela não requer esforço mental para ser planeada. A dança é simplesmente o abandonar-se ao meio de menor resistência em entretenimento. As pessoas intelectuais dançam, está claro, mas não têm de usar sua inteligência para faze-lo. Qualquer pessoa pode ligar o rádio ou por em movimento o fonógrafo. O resto é automático. É pouco razoável apelar tanto para o físico, e não dar à mente e ao espírito uma oportunidade.

8. A dança é arruinadora da modéstia. Jeremias chegou ao máximo de sua condenação à degradação do povo quando declarou que eles não sabiam mais o que era envergonhar-se. Seria difícil imaginar-se coisa mais condenadora. Nós procuramos evitar a vergonha de embaraços por falta de traquejo social, e devemos faze-lo; mas sempre a mais virtuosa e nobre evidência de pureza é o rubor de ressentimento que vem à face de alguém que encontra a sugestão do mal e impureza. A jovem que assim procede pode ir a qualquer lugar com segurança, e ela é dominadora da situação. E o jovem que possui esta qualidade possui o que há de mais nobre e varonil.

9. Os dançadores são egoístas. Nem todos e nem sempre, mas freqüentemente. Eu conheço dois jovens, um casal de irmãos, de um fino lar cristão e educado. O jovem é comerciante próspero, decidiu não freqüentar colégio e gasta bom tempo e bom dinheiro numa vida fácil. Recentemente ele comprou um automóvel do último modelo. Começou a freqüentar bailes. As moças com quem ele dançava estavam acima de qualquer censura, e além do mais ele era o tipo do cavalheiro tanto antes como depois do baile. Parecia ser isto um tempo agradável fora do comum.
Uma tarde sua irmã falou à mãe sobre seu desejo de freqüentar os bailes num clube aonde seu irmão ia freqüentemente. O irmão ouviu o assunto por alto e imediatamente fez um protesto. De qualquer forma, a irmã disse que iria se o irmão fosse, e insistiu para que ele declarasse por que objetava. Finalmente ele declarou com relutância que havia amigos ali com quem ele não desejava que a irmã tomasse contato. Parece-me que tal posição é fundamentalmente egoísta. Que direito tem um rapaz de protestar contra o fato de sua irmã ir a um lugar aonde ele vai e onde convive com moças tão boas como sua irmã?
Isto ilustra apenas um aspecto do assunto. A verdade inteira é muito maior. Se é cristão e altruísta de nossa parte, mercê de nosso amor pelo bem estar do povo, declarar que nada faremos que ponha uma pedra de tropeço no caminho de outros, então deve ser exatamente o oposto quando sujeitamos outros a um grande risco ainda que pelo prazer de apenas uma noite.

10. A dança é o instrumento universal dos ímpios para ajudá-los na execução de toda espécie de ímpios desígnios. O íntimo contato da dança não leva necessariamente uma pessoa a fazer o mau uso dessa intimidade, mas o fato de ser este um dos melhores meios para levar outros ao extravio é significativo. Ele apresenta um fato que os jovens que procuram o ideal cristão devem considerar seriamente.

O fato de que quase universalmente os cristãos educados mantêm um sentimento de dúvida em relação à dança, parece indicar que sua sensibilidade cristã não lhes permite sancioná-la facilmente. Muitos costumavam pensar que a única restrição à dança era o regulamento da igreja, mas desde que a restrição foi removida, estamos vendo mais claramente que nunca, que a verdadeira restrição é a lei da vida.

Estas dez razões são suficientes para dar-nos elementos para pensar neste assunto. Em conclusão, permiti-nos deixar claro nosso propósito. Eu não disse que uma pessoa não pode ser respeitável e dançar: também não disse que os dançadores não possuem norma de correção moral. Sei que pessoas educadas, cultas, finas, dançam. Mas este não é bem o ponto. As pessoas podem ser respeitáveis, moralmente corretas, educadas, refinadas e membros cultos da igreja, e nem por isso serem cristãos no sentido do Novo Testamento. Um cristão é algo além de tudo isto, e é esse algo além que a dança ameaça mais terrivelmente.

Tudo depende do que se deseje ser ou fazer no mundo. Um machado pesado, grosseiro, é muito bom para cortar um grosso tronco, mas se eu quiser cortar um espécime botânico, em finíssimas camadas, terei de usar uma lâmina de barbear bem afiada. Assim é que a mais fina experiência e obras de uma vida cristã esperam pelo espírito que é qual lâmina aguda, e mantém imaculado do mundo. Não há possibilidade de possuir-se o mais alto tipo de gozo e eficácia cristãos sem sacrifício. E sacrifício, devemos lembrar, não é o abandono do mal. Isto é uma necessidade cristã clara e pertence ao senso comum; é o cumprimento de um dever. Sacrifício é deixar o bom para alcançar o melhor. Sacrifício é fazer uma escolha de alvos, e então aceitar a ordem da vida que a escolha do alvo impõe. Na minha opinião, “o mais alto padrão de experiência e o viver segundo o Novo Testamento” requerem o abandono da dança.


A Dança

“O verdadeiro cristão não desejará entrar em nenhum lugar de diversão nem se entregar a nenhum entretenimento sobre que não possa pedir a bênção divina. Não será encontrado no teatro, no jogo de bola, na sala de bilhar. Não se unirá aos alegres valsistas, nem contemporizará com nenhum outro enfeitiçante prazer que lhe venha banir a Cristo do espírito.
“Aos que intercedem por essas distrações, respondemos: Não podemos com elas condescender em nome de Jesus de Nazaré. A bênção de Deus não seria invocada sobre a hora passada no teatro ou na dança. Cristão algum desejaria encontrar a morte em tal lugar. Nenhum quereria ser encontrado aí, quando Cristo viesse.
“Quando chegarmos à derradeira hora, e nos acharmos face a face com o registo de nossa vida, acaso lamentaremos haver assistido a tão poucas festas? ter tão poucas vezes participado de cenas de inconsiderada alegria? Não haveremos antes de chorar amargamente o ter gasto tantas horas preciosas na satisfação egoísta – negligenciado tantas oportunidades que, devidamente aproveitadas, no haveriam garantido riquezas imortais?
“Tem-se tornado costume que os que professam religião, desculpem quase toda perniciosa condescendência a que o coração se acha ligado. Pela familiaridade com o pecado, tornam-se cegos à sua enormidade. Muitos que pretendem ser filhos de Deus buscam passar um verniz sobre os pecados que Sua Palavra condena, procurando ajuntar algum desígnio de caridade da igreja a suas ímpias festas de beberronias. Tomam assim emprestadas as vestes do Céu para com elas servir ao diabo. Algumas são iludidas, transviadas e perdidas para a virtude por esse desperdícios ao sabor da moda.”
– Mensagens aos Jovens, págs. 396 e 397.

NO CAMINHO DA DISSIPAÇÃO

“Em muitas famílias religiosas a dança e o jogo de cartas são usados como brincadeiras de salão. Alegam que são entretenimentos sossegados, domésticos, que podem ser com segurança usados sob as vistas paternas. Mas cultiva-se assim o gosto por esses excitantes prazeres, e o que era considerado inofensivo em casa não será por muito tempo olhado como perigoso lá fora. Resta ainda ver se há algum bem a colher desses divertimentos. Não dão vigor ao corpo nem repouso à mente. Não implantam na alma um sentimento virtuoso ou santo. Ao contrário, destroem todo o gosto pelos pensamentos sérios e os serviços religiosos. É verdade que existe vasta diferença entre a melhor classe de seletas festinhas e os promíscuos e degradantes ajuntamentos do baixo salão de baile. Todavia, são todos passos na vereda da dissipação.
“O divertimento da dança, segundo é orientado em nossos dias, é uma escola de depravação uma terrível maldição para a sociedade. Pudessem ser reunidos todos quantos, em nossas grandes cidades, são anualmente arruinados por este meio, e que histórias se ouviriam de vidas destroçadas! Quantos, dos que estão agora prontos a defender este costume, se encheriam de angústia e pasmo ante seus frutos! Como podem pais professadamente cristãos consentir em colocar seus filhos no caminho das tentações, assistindo com eles a tais cenas de festividade! Como podem moços e moças trocar sua alma por esse absorvente prazer?”
– Mensagens aos Jovens, págs. 397 e 398.
O. E. ALLISON (Trad. de Carlos Trezza)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O Relógio de Deus: Apocalipse

Todas as nações tem a sua representatividade pautado em simbologia, assim como a Bíblia o seu Autor o Espírito Santo (Pomba) do TODO PODEROSO DEUS, criador do universo visível e invisível, utiliza de simbologia, parábolas e informações que atravessaram milênios no intuito de tirar os homens das trevas para a LUZ. O Pau Brasil é para nossa pátria, e a Figueira representa Israel, assim como muitas nações que tem animais e outros objetos como símbologia de sua pátria. JESUS CRISTO (Cordeiro), para ensinar utilizou-se muito de parábolas . Observem Os Livros Mc 13:28 , Mt 24:32, Lc 21:29. Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.

O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Mas O Povo de Israel(Relógio de DEUS),ainda não aceitou JESUS CRISTO, como seu SENHOR e SALVADOR. É preciso evangelizar ainda o Povo de Israel, além de todas as nações, tribos e povos até os confins da Terra. Mas objetivando o cumprimento da Palavra de DEUS, acompanhamos estarrecidos os atuais acontecimentos que seguem a cronologia de DEUS. No Livro de Daniel denota-se a derrubada de um símbolo de poderio econômico e bélico o WTC - EUA, E vi-o chegar perto do carneiro(EUA), enfurecido contra ele, e ferindo-o quebrou-lhe os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir, e o bode (Oriente) o lançou por terra, e o pisou aos pés; não houve quem pudesse livrar o carneiro da sua mão. Daniel 8:7.

Assistimos a avalanche do poderio monetário que foi abalado por gestão fraudulentas de ativos do setor imobiliário nos EUA. E todas as autoridades mundiais fazendo previsões pessimistas no Globo. Mas se atentarmos a Bíblia Sagrada, veremos que se encontra exatamente na cronologia do Relógio de DEUS. Vê, quem são as autoridades de países e instituições que estão em evidência, ONU , Ban Ki-Moon , ( Banco Dragão da Lua), "E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio." (Ap13:2), EUA, Barack Hussein Obama, que agora tem a responsabilidade de colocar a economia no status de poder. Vemos sinais de Guerra, o Globo cambaleando (catástrofes) como a um bêbado, fome, falta de amor, mortandade, escândalos financeiros e também um alinhamento de poderes para implementação do Plano da Besta.

O homem tem colocado as suas esperanças no homem, um simples mortal, sempre procurando um herói salvador de nações, quando deveria olhar para o DEUS Salvador de suas almas. "Porque o amor ao dinheiro(besta), é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores." (I Ti 6:10).Se utilizarmos de analogia vemos besta=(poder-dinheiro, Euro-Dolar, Ouro, Diamante, Petróleo, riquezas, etc.), leopardo e ou tigre (Países Asíaticos), Urso (Rússia), leão (Países Africanos), dragão (China). "E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta." (Ap-13:3) . Após veremos a recuperação do status de poder. "E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?"(Ap-13:4). E Quem poderá combater este poder? "E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão." (Ap-13 : 11). Chifre = poder , então a nova besta tem 2 poderes, econômico-bélico. "E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada." (Ap-13 : 12) "E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia." (Ap-13:14) . "E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta." (Ap-13:15). "Falou Nabucodonosor, e lhes disse: É de propósito, ó Sadraque, Mesaque e Abednego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que levantei?"(Dn 3:14).

Quando disse espírito a imagem da besta, isso quer disser que de conformidade com a tecnologia de alta complexidade o sinal terá vitalidade com energia inesgotável, através de microondas invisível ao olho humano, ou seja, permitindo o ser humano intercomunicar com outro e fazer operações financeiras, mediante o sinal (chip), afinal o homem será monitorado 24h, já profetizado no livro de Daniel 12:4.

O RELÓGIO DE DEUS, E A BESTA DO APOCALIPSE GLOBAL (2)

E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento (ciência/tecnologia) se multiplicará.(Dn 12:4). "Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal (ship), ou o nome da besta, ou o número do seu nome." (Ap-13:17)."Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.(666)." (Ap-13:18).

Você viu como é simples a Palavra Revelada, para você adequar-se terá que aceitar a marca da besta ou seja desse poder econômico que futuramente será estabelecido mediante um controle geral globalizado, que já está em fase de alinhamento de blocos=poder. "E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira;" (II Ts 2:11). Com certeza será implementado através de muitas propagandas com artistas famosos do mundo, marketing incisivo mesmo, e também com o aparecimento do falso profeta de deus (diabo) que ajudará a besta e o anticristo chegando a um ponto em que o individuo será obrigado a colocar o chip já no seu nascimento natural neste mundo não tendo escolha é obrigatório, porque não poderá comprar nem vender se não estiver no Banco de Dados Global."E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão.

Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. "E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome." (Ap -14:9-10-11). Vê como é terrível o castigo para o adorador da besta que consentiu colocar o sinal (chip da besta). Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.Rm 1:22. "Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus." (Ap-17:17). E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça"E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército." (Ap19:11 e 19). Entenda que os Santos de Deus serão perseguidos por que pregam o Evangelho.

Pois que, quando (adoradores da besta), disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição.1Ts 5:3. "E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre." (Ap-19:20).O falso profeta ajuda a implementação do plano da besta, convencendo o povo para colocar a marca. "E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus Cristo, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos." (Ap 20: 4). "E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre." (Ap- 20:10). Quando o homem é libertado das trevas para a LUZ o seu entendimento sobrenatural é vivificado, estava morto e agora vive. Jesus Cristo respondeu a Nicodemos :

Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.Jo 3:5-6. Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios. 2Pe3:7.Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. Mc.16:16. O Evangelho é simples, Salva o homem, e ele vive eternamente no Reino de DEUS. "E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe." (Ap 21:1).

Que Deus nos abençoe
Hermes de Campos Pinto
http://www.profeciasbrasil.com/
hermes_campos@hotmail.com

Falsos Profetas

O homem frutífero do Salmo 1 medita na Palavra de Deus "de dia e de noite", não por um sentido de obrigação, mas porque tem nela o seu "prazer". Em sua mente e em seu coração, continuamente, a Palavra de Deus o guarda e o guia. Como isso é essencial! Lógica e bom senso são úteis. No entanto, sem a Palavra de Deus (que transcende a sabedoria humana) para nos guardar e guiar, somos suscetíveis a tentações e a erros, especialmente quando esses últimos são apresentados convincentemente "em nome de Deus" por aqueles que são respeitados como líderes cristãos.

Deus opera por meio de Sua Palavra: "A palavra que sair da minha boca, não voltará para mim vazia" (Is 55.11a); "Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti" (Sl 119.11). E Satanás opera para remover a Palavra de Deus do coração do homem: "...vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração" (Mt 13.19). Quando isso lhe é vantajoso, Satanás cita as Escrituras (Mt 4.6) e tenta pervertê-las com o propósito de enganar. Ele inspira os falsos profetas com "novas revelações" que subvertem a Palavra. Temos muitos desses "profetas" na Igreja hoje em dia.

Advertência Sobre os Falsos Profetas

A Palavra de Deus repetidas vezes adverte contra falsos profetas. Precisamos dar ouvidos a essas advertências. Jesus mesmo disse: "Acautelai-vos dos falsos profetas" (Mt 7.15). "Levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos... operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos" (Mt 24.11,24). Cristo avisa claramente sobre um movimento de falsos sinais e maravilhas nos últimos dias, promovido pelos falsos profetas. Paulo compara esses falsos profetas a Janes e Jambres, que se opuseram a Moisés e Arão (2 Tm 3.8) com sinais e maravilhas operados pelo poder de Satanás. Pedro advertiu que assim como houve falsos profetas no tempo do Antigo Testamento, "assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão dissimuladamente heresias destruidoras..." (2 Pe 2.1). O apóstolo João declarou que já em seus dias "muitos falsos profetas têm saído pelo mundo" (1 Jo 4.1). Quanto mais, portanto, deveríamos nós estar alertas quanto aos falsos profetas à medida que a apostasia profetizada para os últimos dias atinge o seu clímax, preparando o mundo e uma falsa igreja para a chegada do Anticristo! Conhecer, amar e obedecer à Palavra de Deus é o único meio seguro de não sermos enganados. Qualquer uma das seis marcas dos falsos profetas que a Bíblia oferece serve como identificação suficiente: (1) por meio de sinais e maravilhas eles desviam pessoas para servirem a deuses falsos (Dt 13.1-4); (2) suas profecias não se realizam (Dt 18.20-22); (3) eles contradizem a Palavra de Deus (Is 8.20); (4) eles produzem maus frutos (Mt 7.18-20); (5) todos falam bem deles (Lc 6.26); (6) eles negam que Jesus, o único Messias, veio de uma vez por todas na carne (1 Jo 4.3). Como é trágico que a carta pessoal de amor e orientação de Deus para Seu povo seja tão negligenciada hoje por aqueles que se chamam crentes! Muitos que professam conhecer a Deus e servi-lO têm pouca ou nenhuma sede por Sua Palavra. Em vez disso, buscam sinais e maravilhas, experiências emocionais, novas revelações, o último "mover" do Espírito, ou os dons em lugar do Doador. Como resultado, são suscetíveis a todo "vento de doutrina" (Ef 4.14) e caem vítimas de falsos mestres que "...movidos por avareza, farão comércio de vós com palavras fictícias..." (2 Pe 2.3), "supondo que a piedade é fonte de lucro" (1 Tm 6.5). A mentira popular da "semente de fé" – a idéia de que uma contribuição para um ministério abre a porta para milagres e prosperidade – engana e promove cobiça entre os milhões que ignoram a Palavra de Deus. O cumprimento das profecias bíblicas é a grande prova da existência de Deus, de que a Bíblia é Sua Palavra, e de que Jesus Cristo é o Salvador prometido. As falsas profecias de muitos dos atuais líderes cristãos são um sinal de alarme estridente. É preciso ouvi-lo! A maior parte das seitas se baseia em falsas profecias que, se apontadas, oferecem uma maneira eficaz de abrir olhos cegos e libertar os membros de tais seitas.

Os Falsos Profetas no Decorrer da História

Entre os falsos profetas das muitas eras da História se encontram vários papas. Como exemplo, a encíclica papal de Gregório XI em 1372 (In Coena Domini) pronunciou o domínio papal sobre todo o mundo cristão, secular e religioso, e decretou a excomunhão para todos que não obedecessem ao papa e não lhe pagassem impostos. In Coena foi confirmada por papas subseqüentes, e em 1568, o papa Pio V jurou que ela deveria permanecer como lei eterna. No entanto, em 1870, dois meses depois do Vaticano pronunciar o dogma da infalibilidade papal, Roma foi libertada do domínio do papa pelo exército italiano, e o papa Pio IX se refugiou no Vaticano, tudo que restara de um vasto império. Imitando os papas, Sun Myung Moon, da Igreja da Unificação, profetizou décadas atrás que ele iria conquistar o mundo. Maharishi Mahesh Yogi, fundador do movimento de Meditação Transcendental, declarou que 1975 seria o primeiro ano da "Era da Iluminação", 1977 seria o "Ano da Sociedade Ideal", e 1978 seria o "Ano da Invencibilidade de Todas as Nações". Nenhum comentário precisa ser feito. Herbert W. Armstrong profetizou que a sua Igreja Mundial de Deus seria arrebatada para a antiga cidade de Petra em 1972 e que Cristo voltaria à Terra em 1975 (uma data favorita de muitas seitas). No final dos anos 70, Elijah Muhammad profetizou para seus seguidores muçulmanos negros que o retorno de Deus à América do Norte era iminente. O mormonismo se vangloria de seus profetas – mas todos eles são falsos. Em 1833, o profeta fundador, Joseph Smith, profetizou que os Estados Unidos sofreriam vários desastres sem igual ("peste, granizo, fome e terremotos") que extirpariam os ímpios (não-mórmons) da terra, deixando os mórmons seguros em seu refúgio de Sião, em Missouri. Em vez disso, os mórmons emigraram (fugidos) para Utah. Entre as muitas outras profecias falsas de Smith está a declaração, feita em 1835, de que Cristo voltaria dentro de 56 anos, e que muitos dos que então viviam "não provariam a morte até que Cristo voltasse".[1] O sucessor de Smith, Brigham Young, profetizou que a guerra civil americana não produziria a libertação dos escravos. As falsas profecias de Charles Taze Russell formaram a base do que viria a ser a Sociedade Torre de Vigia e a seita Testemunhas de Jeová. Russell declarou que a segunda vinda de Cristo tinha ocorrido invisivelmente em outubro de 1874, que o Senhor estava verdadeiramente presente, e que em 1914, os fiéis (os 144.000) seriam trasladados ao céu e os ímpios destruídos. Armagedom, que começara em 1874, culminaria em 1914 com a derrubada geral dos governantes da Terra e o fim do mundo. Charles T. Russell, ainda na terra, morreu em 1916. No começo da década de 20, os Testemunhas de Jeová distribuíram nas ruas e de porta em porta um livro intitulado Millions Now Living Will Never Die (Milhões Hoje Vivos Jamais Morrerão). Foi profetizado: "O ano de 1925 é uma data definitiva e claramente marcada nas Escrituras, ainda mais clara que a de 1914... podemos esperar confiantemente que o ano de 1925 marcará o retorno de Abraão, Isaque e Jacó e dos fiéis profetas antigos... na condição de perfeição humana."[2] Os Testemunhas de Jeová chegaram a construir uma casa na cidade de San Diego, na qual os patriarcas deveriam morar, e tentaram passar a escritura em nome do Rei Davi. (A casa foi discretamente vendida em 1954.) No começo dos anos 40, os Testemunhas de Jeová estavam afirmando que o Armagedom, que estava apenas há alguns meses adiante, colocaria um fim à Segunda Guerra Mundial, e que a derrota dos nazistas traria o reino de Deus à terra.[3] Seu livro Children (Filhos) sugeria que planos de casar e constituir família deveriam ser adiados até depois do Armagedom. Que longa espera! Sem desistir, profetizaram depois que o reino milenar de Deus começaria em 1975. Uma vez mais os Testemunhas de Jeová receberam ordens de não fazerem planos para este mundo, inclusive casar e ter filhos. Muitos abandonaram seus empregos, venderam suas casas e dedicaram-se a ir de porta em porta vendendo literatura e propagando a seita. O Adventismo do Sétimo Dia (ASD) também se originou com falsas profecias sobre a volta de Jesus Cristo. Tudo começou com William Miller, que predisse que Cristo voltaria em 1843 (data que foi revisada para 22 de outubro de 1844). Miller admitiu seu erro. No entanto, a profetisa do ASD, Ellen G. White, que repetidas vezes endossara a profecia de Miller, insistiu que Cristo havia retornado de fato, mas não para a terra. Em vez disso, Ele havia entrado no "santo dos santos" no céu, "para fazer expiação por todos quantos se mostrassem merecedores dos seus benefícios."[4] Merecedores? Muitas citações podem ser fornecidas para provar que Ellen White ensinava a salvação pelas obras. Eis aqui algumas: Nossos atos, nossas palavras, até mesmo nossos motivos mais secretos, todos têm seu peso na decisão de nossos destinos... embora... esquecidos por nós, nossas obras darão seu testemunho de justificação ou condenação.[5] Quando qualquer pessoa tiver pecados que permaneçam no livro de registros, pelos quais não se arrependeu e que não lhe foram perdoados, seus nomes serão apagados do livro da vida...[6] Cada um de vós deve... trabalhar com toda força para redimir as falhas de sua vida passada. Deus vos colocou num mundo de sofrimento para vos provar, a fim de ver se sois dignos de receber o dom da vida eterna.[7] Este ensino do "juízo investigativo" é a doutrina fundamental e a principal heresia do Adventismo do Sétimo Dia: que a expiação de Cristo não foi completada na cruz, mas que começou em 1844 no céu, e depende de nossas obras. De acordo com Ellen White, o sangue de Cristo, ao invés de fazer "expiação pela alma" (Lv 17.11) e de nos "purificar de todo o pecado" (1 Jo 1.7), levou o pecado ao céu: "Nossos pecados foram, de fato, transferidos para o santuário celestial pelo sangue de Cristo".[8] Assim Cristo tinha que começar a obra de purificar o santuário celestial (dos pecados que o Seu sangue levara até lá!) por meio do "juízo investigativo". Ellen White declarou que "ministros que não aceitassem essa mensagem salvadora estariam impedindo a obra de Deus" e que "o sangue das almas permanece sobre eles".[9] Os seguidores de William Miller que adotaram esse engano se tornaram Adventistas do Sétimo Dia. Ellen White fez várias profecias falsas: que "a antiga cidade de Jerusalém jamais seria reconstruída",[10] que ela estaria viva por ocasião do Arrebatamento,[11] que Cristo iria retornar antes da abolição da escravatura,[12] que os Adventistas que estivessem vivos em 1856 estariam vivos por ocasião do Arrebatamento,[13] e muitas outras. No entanto, seus escritos são reverenciados como se fossem parte da Escritura Sagrada. O décimo sétimo artigo das Crenças Fundamentais do Adventismo do Sétimo Dia afirma: O Dom de Profecia: Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Esse dom é uma marca de identificação do remanescente fiel da Igreja e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como mensageira do Senhor, seus ensinos são uma fonte contínua e autorizada de verdade que suprem à igreja o consolo, a orientação, a instrução e a correção.

Profetas Modernos "Inexperientes"

Falsos profetas continuam entre nós e, muitas vezes, são vistos e ouvidos em programas de rádio e televisão evangélicos. Por exemplo, lá pelo fim de 1975, Kenneth Copeland profetizou: "Quando chegar o mês de janeiro [de 1976], vocês verão mais do derramar da glória de Deus do que em toda a história do mundo... membros amputados serão reimplantados pelo poder de Deus... instantaneamente... os cabelos de homens carecas crescerão e formarão uma farta cabeleira... globos oculares surgirão onde antes não existiam... Deus fará com que o seu automóvel... que faz quinze quilômetros com um litro de combustível, faça uma média de cem quilômetros por litro... o mesmo velho carro!" Essas são apenas algumas das falsas profecias de Copeland, para não falar de suas falsas doutrinas. As falsas profecias e as "palavras de conhecimento" proferidas pelos associados de John Wimber e suas Igrejas Vineyard (da Vinha) encheriam vários volumes. O reavivamento das gargalhadas que se originou em Toronto e sua última variação (que se espalha como fogo no capim seco) em Brownsville, Pensacola (Flórida/EUA), produziu uma nova geração de falsos profetas. A falta de cumprimento é desculpada com a idéia de que os profetas de hoje são "diferentes" e erros são normais durante o processo de aprendizado, até que os profetas ganhem experiência. Imagine Jeremias dizendo: "Eu erro muitas vezes, mas estou melhorando"! Benny Hinn é o mais popular dos televangelistas/operadores de milagres de hoje, e muitas de suas falsas profecias estão documentadas no livro The Confusing World of Benny Hinn (O Confuso Mundo de Benny Hinn). Em 31 de dezembro de 1989, Benny Hinn disse: "O Senhor também está me dizendo que por volta de 1994 ou 1995, mas não depois disso, Deus destruirá por fogo a comunidade homossexual americana... O Canadá experimentará um poderoso reavivamento que começará na Colúmbia Britânica, na costa oeste... nos próximos três anos." Basta uma falsa profecia para estabelecer alguém como falso profeta, e as de Benny Hinn são uma legião. Ele nem mesmo consegue dar seu testemunho correto. No livrete PTL Family Devotions (Devoções Familiares PTL) ele diz: "Eu fui salvo em Israel em 1968", mas numa mensagem de 1983, em Saint Louis, ele disse: "Foi no Canadá que eu nasci de novo, pouco depois de 1968". No entanto, no livro Bom Dia, Espírito Santo, ele afirma ter-se convertido em 1972, durante seu último ano no colegial. Mas ele abandonou a escola antes de chegar ao terceiro colegial. Afinal, quando é que ele foi salvo?

Obediência à Palavra

Por três anos, noite e dia, Paulo chorou e advertiu os presbíteros de Éfeso da apostasia que se aproximava e que alguns dentre eles seriam os seus líderes (At 20.29-31)! Como é pequena nossa preocupação com a condição espiritual da Igreja, quando comparada com a de Paulo! E qual foi o remédio que ele ofereceu? Não foi batalha espiritual, nem jejum e oração, mas obediência a Deus e à Sua Palavra: "Agora vos encomendo ao Senhor e à palavra da sua graça" (v. 32). Há um grande movimento que promove "oração e jejum em busca de reavivamento". Isso soa tão bem! Mas os líderes desse movimento se recusam a dar ouvidos à Palavra de Deus, e promovem o ecumenismo e as heresias! Não precisamos desse tipo de reavivamento! Precisamos de arrependimento por não obedecermos à Palavra de Deus. Precisamos de reforma, não de reavivamento! Há ocasiões em que oração e jejum são errados. Depois da derrota em Ai, Deus disse a Josué que a oração era imprópria porque Israel tinha pecado (Js 7.10-13). Que tragédia experimentar um "reavivamento" liderado por falsos profetas que promovem falsas doutrinas! Nem todos os Adventistas do Sétimo Dia abraçam as heresias de Ellen G. White. Oremos para que os líderes do Adventismo do Sétimo Dia admitam as falsas profecias de Ellen White e se arrependam de suas doutrinas erradas. Oremos para que líderes evangélicos enfrentem o fato de que suas fileiras estão cheias de falsos profetas. Oremos por um grande clamor contra doutrinas antibíblicas. Oremos para que os líderes evangélicos de hoje corrijam fielmente os falsos profetas. E que o restante de nós sejamos fiéis em nossas pequenas esferas de influência. Que Deus nos ajude a amar a Sua Palavra, a meditar nela de dia e de noite, a obedecê-la em nossa vida diária, e a lutarmos firmemente contra a perversão dessa Palavra pelos falsos mestres e falsos profetas de nossos dias. Que Sua Palavra seja de fato, nosso guarda e guia! (Dave Hunt, TBC 3/97, traduzido por Carlos Osvaldo Pinto)

Fonte:
Chamada
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O ministério da iniquidade já está em ação!

A verdade é que o mistério da iniqüidade já está em ação, restando apenas que seja afastado aquele que agora o detém” (2 Ts 2.7).

No versículo citado, destaco três expressões: “mistério” - na linguagem bíblica refere-se a algo revelado da parte de Deus que de outra forma jamais saberíamos; “iniqüidade” – trata-se da maldade que impera no sistema perverso desse mundo pecador; “aquele que agora o detém” – muitos sugestões têm sido dadas para dizer o que isso significa. Uma provável interpretação é que o Espírito Santo através do ministério da igreja detém o avanço destruidor da iniqüidade. Outro modo de entender isso é dizer que enquanto a lei e a ordem forem mantidas, o homem da iniqüidade não terá domínio sobre o cenário mundial. É interessante isso porque a iniqüidade no final dos tempos contará com a liderança de uma pessoa do mal que deterá o controle do sistema político e religioso mundial. É importante observar esses dois sistemas: O governo que mantém a ordem (Rm 13), e o governo da desordem (Ap 13).

A Bíblia diz: “O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios” (1 Tm 4.1). E mais: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis” (2 Tm 3.1).

Não tenho dúvida em afirmar que vivemos esses “tempos terríveis”. O comportamento humano está aceleradamente piorando. Todas as camadas da sociedade concordam com isso, pois é impossível não perceber que a insegurança atinge todas as áreas de nosso sistema de vida humana. A igreja fala disso há muito tempo, mas até mesmo aqueles que não têm uma cosmovisão bíblica, estão admitindo que vivemos tempos terríveis. Algo estranho vem acontecendo e piorando.

Nossa sociedade está enferma, corrupta e em estado de decomposição. Nossas estruturas sociais se corrompem cada vez mais de forma desenfreada. O racismo e a injustiça social não parecem diminuir. A coletividade parece fazer de conta que o problema não é responsabilidade nossa. Rejeitar um diagnóstico que mostra uma doença terminal é admitir que a morte é o próximo passo. Essa doença atinge o mundo inteiro. O primeiro mundo não tira o primeiro lugar na qualidade de vida moral e espiritual, bem como os demais países do mundo.

A imoralidade sexual campeia solta, os casamentos são desfeitos por motivos fúteis, a pornografia nunca foi tão acessível e vista de forma explícita e assumida sem que ninguém veja nisso gravidade maior. A prática sexual dos jovens está começando com treze anos em média. A filha adolescente pode trazer o namorado para dormir com ela em casa com o consentimento dos pais. Pular a cerca para uma aventura no motel da cidade com alguém que não seja o cônjuge já tem até a conivência de parceiros. O aborto não passa de uma decisão unilateral da mãe. No Brasil mais de um milhão de adolescentes abortam por ano. Assumir-se gay está ficando pop. É um dos movimentos mais crescentes no país. Troca de casais tem sido uma forma de apimentar as relações conjugais. Escândalos sexuais e notícias sobre pedofilia nunca foram tão comuns. Novelas e teatros são vitrines do sexo livre. Já tem gente defendendo o bissexualismo como avanço da humanidade. Formadores de opinião combatem a monogamia e defendem a poligamia.

O dinheiro continua sendo o deus de milhões de pessoas. Muitos continuam iludidos com a idéia de que o dinheiro proporciona segurança e felicidade. A experiência já mostrou que o vazio continua depois de se conseguir muito dinheiro. Pergunte a uma pessoa rica se ela está satisfeita com a vida e você poderá não entender sua resposta. A renda per capita mundial cresce em média 3,4% ao ano desde 2000. No entanto isso não é sinônimo de felicidade. A insegurança e os conflitos bélicos crescem e a pobreza não pára de crescer ao redor do mundo. A Bíblia diz: “Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos. Isso também não faz sentido” (Ec 5.10). “O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos” (1 Tm 6.10).

O tráfico e o consumo de drogas continuam desafiando as autoridades nacionais e internacionais. Isso tem provocado uma série de outros crimes e mortes. Muitos têm enriquecido e se corrompido com essa prática. Tudo parece piorar nesse sentido.

O risco de uma guerra mundial é cada vez mais evidente com a sofisticação armamentista. As nações investem mais em armas do que na educação. As potências mundiais poderiam destruir o mundo várias vezes em questão de minutos. Fingimos que isso não é verdade, mas todos sabem desse risco iminente.

No passado o Oriente foi evangelizado por missionários cristãos que deram suas vidas pela causa do evangelho. Hoje, o Ocidente está sendo invadido pelas crenças orientais que nada têm de evangelho. Os Estados Unidos e países europeus que já foram celeiros missionários, hoje são campos de missões. Religiões e seitas diversas têm se juntado num sistema chamado Nova Era, tentando fazer do mundo um grande panteão. Os absolutos bíblicos estão sendo trocados pelos relativismos das crendices.

Termino com as palavras bíblicas que dizem: “Visto que tudo será assim desfeito, que tipo de pessoas é necessário que vocês sejam? Vivam de maneira santa e piedosa, esperando o dia de Deus e apressando a sua vinda. Naquele dia os céus serão desfeitos pelo fogo, e os elementos se derreterão pelo calor. Todavia, de acordo com a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça. Portanto, amados, enquanto esperam estas coisas, empenhem-se para serem encontrados por ele em paz, imaculados e inculpáveis. Tenham em mente que a paciência de nosso Senhor significa salvação, como também o nosso amado irmão Paulo lhes escreveu, com a sabedoria que Deus lhe deu. Ele escreve da mesma forma em todas as suas cartas, falando nelas destes assuntos. Suas cartas contêm algumas coisas difíceis de entender, as quais os ignorantes e instáveis torcem, como também o fazem com as demais Escrituras, para a própria destruição deles. Portanto, amados, sabendo disso, guardem-se para que não sejam levados pelo erro dos que não têm princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam. Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém” (2 Pe 3.11-18).

Que Deus nos abençoe
Antônio Francisco
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Grande Tribulação, Templo e Sacrifício

Pergunta: "Depois do arrebatamento Israel e as nações viverão novamente como no Antigo Testamento? E os judeus edificarão novamente o templo e voltarão a fazer sacrifícios? Ou como devemos entender, por exemplo, passagens como Ezequiel 45.17ss e Ezequiel 46.24? A última passagem mencionada diz: "São estas as cozinhas, onde os ministros do templo cozerão o sacrifício do povo."

Resposta: Segundo o meu entendimento, podemos responder positivamente à sua primeira pergunta, pois após o arrebatamento o mundo se encontrará na 70ª semana de Daniel, que é uma continuação das 69 semanas (de anos) anteriores, todas elas dentro do contexto do Antigo Testamento. A última "semana" também acontecerá sob condições e circunstâncias semelhantes às existentes no tempo do Antigo Testamento. Além disso, vemos no Apocalipse (capítulos 5 até 18) que normalmente são usados símbolos do Antigo Testamento para descrever a época da Grande Tribulação e os que vivem nela. Pessoalmente sou de opinião, e com isso chego à sua segunda pergunta, que o templo em Jerusalém será reedificado e que voltarão a ser feitos sacrifícios nele, o que se percebe muito claramente pelo que está escrito no capítulo 12 do livro de Daniel. No início dessa passagem lemos de um tempo de angústia como nunca houve, e mais adiante está escrito que o sacrifício diário e o holocausto serão tirados. Portanto, voltará a haver sacrifício diário e holocausto.

A Segunda Epístola aos Tessalonicenses (capítulo 2, especialmente o versículo 4) e Apocalipse 11 também relatam que em Jerusalém haverá novamente um santuário onde o anticristo se assentará. Não creio que esse santuário seja a Igreja. Pois sempre que a palavra "santuário" (ou "templo") se refere simbolicamente à Igreja ou a Jesus, isso é mencionado no próprio texto. Mas como este não é o caso em 2 Tessalonicenses 2, creio que então de fato haverá novamente um templo em Israel.

Ezequiel 46 fala da situação no Milênio, onde também haverá novamente um templo, isto é, o verdadeiro templo do Senhor em Jerusalém, onde o próprio Senhor Jesus reinará. E ali os sacerdotes também exercerão novamente o seu ministério, e também serão feitos sacrifícios, realizados em memória do sacrifício do Calvário. E como já no Antigo Testamento os sacerdotes viviam de certas partes dos sacrifícios, assim também no Milênio eles se alimentarão de determinadas partes dos sacrifícios que cozerão. Ali também se fala de cozer no forno, onde certamente serão novamente cozidos pães, por exemplo, os pães da proposição que voltarão a ser colocados no templo. (Norbert Lieth)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, dezembro de 1999.

Fonte:
Chamada
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A Caminho do Controle Total

Os Estados Unidos estão liderando a Europa e o restante do mundo em direção a uma nova era de vigilância. Na esteira dos atentados de setembro de 2001, os EUA têm produzido tecnologias de segurança que vão desde a coleta de dados nos aeroportos até sistemas de biometria para identificar os visitantes que chegam ao país. Essas tecnologias têm sido exportadas e adotadas ao redor do globo. Entretanto, enquanto a cultura americana libertária e antigovernamental talvez protegerá seus cidadãos dos piores excessos da vigilância das autoridades, os europeus poderão não ter a mesma sorte.

O público britânico, com sua confiança instintiva no governo, tem se mostrado indiferente diante do avanço da vigilância. Mais preocupado em se sentir seguro do que estar em segurança, ele não tem reagido aos relatórios do próprio governo que sugerem que a proliferação de câmaras de vigilância não teve "efeito sobre os crimes violentos" ou o terrorismo.

As atitudes européias com relação à privacidade variam muito, mas os europeus ocidentais tendem a suspeitar menos da autoridade governamental centralizada do que os americanos. Quando o governo dos EUA anunciou o programa US-VISIT, que exige que todos os estrangeiros que chegam ao país sejam fotografados, tenham suas impressões digitais coletadas e suas informações biométricas incluídas em um banco de dados, não houve protestos oficiais da França e da Alemanha, pois ambos os países já estão planejando coletar as impressões digitais de quem solicitar um visto de entrada. O Brasil, em contraste, retaliou, impondo a identificação de visitantes americanos.

A deferência maior dos europeus à autoridade governamental levou países como a Alemanha e a Grã-Bretanha a adotar medidas de vigilância após 11/9/2001 que, de certa forma, foram além das normas impostas pelos EUA. Em 2002, por exemplo, a Alemanha aprovou uma lei que autoriza o governo a criar um banco de dados centralizado com informações pessoais sobre estrangeiros, incluindo suas impressões digitais e sua filiação religiosa. A lei também autoriza a inclusão de dados biométricos, como impressões digitais, nas cédulas de identidade dos alemães. Além disso, ela apóia explicitamente a coleta de dados em ampla escala, exigindo que as agências governamentais repassem os dados pessoais à polícia federal.

Na Grã-Bretanha, onde se é ainda menos desconfiado com a vigilância governamental do que na Alemanha, devido à experiência diferente com relação ao fascismo e ao comunismo, o aumento do poder de vigilância tem sido maior. Leis antiterroristas aprovadas em 2000 e 2001 permitem que a polícia prenda sem mandato quaisquer pessoas suspeitas de terrorismo. Elas podem ficar detidas durante 48 horas sem direito à presença de um advogado. A polícia também pode tirar impressões digitais, fotografar e procurar sinais característicos no corpo dos suspeitos sem o consentimento destes. Qualquer estrangeiro suspeito de terrorismo pode ser detido por tempo indeterminado sem julgamento. (Newsweek, edição européia)

Quando lemos artigos sobre segurança internacional e combate ao terrorismo, devemos ter em mente duas palavras: "controle" e "identificação". Se formos realistas, concluiremos que esses procedimentos de segurança são praticamente inúteis. Os terroristas conhecem como eles funcionam e simplesmente procuram por alguma falha inevitável no esquema para escaparem da identificação.

O terrorismo sempre está um passo à frente, apesar dos governos prometerem proteção aos cidadãos. Os ataques de 11 de setembro nos EUA revelaram a completa falha de todo o sistema. Parece que a maioria não percebe que a tecnologia teve pouca relação com os atos terroristas, que foram cometidos utilizando estiletes como armas. Tais atentados poderiam ser repetidos? Terroristas que atenderem a todas as exigências de segurança podem embarcar num avião e dominar a tripulação, inutilizando completamente toda a sofisticada tecnologia implantada em nome da proteção contra atentados.

Portanto, a questão é: qual a verdadeira razão da preocupação global com a segurança? Ela é cada vez mais destacada para que se cumpram as profecias bíblicas! Os cidadãos de todos os países estão sendo educados para se submeterem a esses procedimentos. Realizando-os, os governos ganham experiência na coleta de informações pessoais e, finalmente, poderão implantar o controle total sobre os indivíduos. Não importa a nação em que vivemos e o tipo de governo que temos – no final das contas se cumprirá o que Apocalipse 13.16 diz sobre a marca da besta.

Que Deus nos abençoe
Arno Froese
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ASTROLOGIA

                                                          *O Que É Astrologia?*

Que diz a Bíblia sobre os que consultam astrólogos e usam astrologia para receber direção para as suas vidas? A Bíblia diz em Isaías 47:13-15 “Cansaste-te na multidão dos teus conselhos; levantem-se pois agora e te salvem os astrólogos, que contemplam os astros, e os que nas luas novas prognosticam o que há de vir sobre ti. Eis que são como restolho; o logo os queimará; não poderão livrar-se do poder das chamas; pois não é um braseiro com que se aquentar, nem fogo para se sentar junto dele. Assim serão para contigo aqueles com quem te hás fatigado, os que tiveram negócios contigo desde a tua mocidade; andarão vagueando, cada um pelo seu caminho; não haverá quem te salve.”

Astrologia é uma arte de adivinhação, que ensina que as posições relativas do Sol, da Lua e dos Planetas no céu têm uma influência nos indíviduos e nos afazeres humanos. A palavra atual para astrologia na língua Hebraica, significa literalmente ‘divinar os céus’. Adivinhação é a arte de predizer os acontecimentos futuros, ou de revelar informação secreta, a través de sinais ou agoiros ou outras atividades sobrenaturais.

Deus proíbe o ato de adivinhação. A Bíblia diz em Levítico 19:26 “Não usareís de encantamentos, nem de agoiros.” Quando os Israelitas estavam quase a entrar em Canaã, a Terra Prometida , Deus advertiu-os para não usar o acto de adivinhação. A Bíblia diz em Deuteronômio 18:9, 12, 14 “Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os advinhadores; porém, quanto a ti, o Senhor teu Deus não te permitiu tal coisa.”

Adivinhação é na realidade considerada um pecado grave. A Bíblia diz em1 Samuel 15:23 “Porque a rebelião é como o pecado de adivinhação, e a obstinação é como a iniqüidade de idolatria.” Quando o Rei Nabucodonozor teve um sonho, ele mandou chamar os magos, os feitiçeiros e os astrólogos para que lhe contassem o que ele tinha sonhado. Como é que eles responderam? A Bíblia diz em Daniel 2:10 “Responderam os caldeus na presença do rei, e disseram: Não há ninguém sobre a terra que possa cumprir a palavra do rei; pois nenhum rei, por grande e poderoso que fosse, tem exigido coisa semelhante de algum mago ou encantador, ou caldeu.”

Os astrólogos da Babilónia não foram capazes de ajudar o rei com o seu sonho perturbador. Todavia, Deus abençoou o seu profeta piedoso Daniel com os dons verdadeiros dos Espírito Santo, e ele foi levado à presença do rei para interpretar o sonho. A Bíblia diz em Daniel 2: 27-28 “Respondeu Daniel na presença do rei e disse: O mistério que o rei exigiu, nem sábios, nem encantadores, nem magos, nem adivinhadores lhe podem revelar; mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonozor o que há de suceder nos últimos dias. O teu sonho e as visões que tiveste na tua cama são estas …” Com a unção de Deus, Daniel pode descrever e explicar ao rei o seu sonho profético.

O homem é o único ser que carrega em si, uma vida física e outra espiritual.

A dimensão espiritual o aproxima do Criador, esta comunhão enche a sua existência de esperança, amor, submissão e mais uma série de qualidade que juntas, confere ao servo uma vida equilibrada e cheia do Espírito Santo. O amparo concedido por Deus, o faz andar sobre as dificuldades, numa perspectiva de vitória contínua. A vida é completa!
A opção de servir a Deus é uma escolha pessoal; despertada no coração pelo Espírito de Deus, cabe ao homem dar atenção e prosseguir no novo caminho ou não.
Infelizmente uma grande maioria da população não atende este chamado, a conseqüência é um sentimento de vazio e desesperança constante. Esta sensação alcança a todos os níveis sociais, indistintamente.

O diabo, sempre, astuto e hábil não perde a oportunidade e expõe o seu poder, aos quatros cantos da terra. Mostra-se vivo e atuante, revestido de grande autoridade. A dois mil anos atrás, Paulo lança um alerta, e descreve a futura manifestação do inimigo como: “Anjo de luz e ministro de justiça” (2Co 11.14,15). Oh graças! A palavra de Deus se cumpre integralmente. É notório o agir do maligno nos dias atuais; mostra-se como um verdadeiro “anjo de luz”, pregando: o amor ao próximo; a necessidade de ser bom; a sinceridade; curas e dons, e demais qualidades de uma pessoa digna! Os seus “cavalos” (discípulos), incontestáveis “ministros de justiça”, preocupados com o bem-estar da humanidade praticam a caridade e clamam por justiça social.
Religiões e filosofias encontram aos milhares, algumas milenares, outras, relativamente novas; cada uma com um enfoque diferente (fé, cientifica, etc.), mas, convergindo numa só realidade: Contrárias aos princípios bíblicos.

Nesta mensagem o foco está sobre a ASTROLOGIA. Não tem aparência de religião, no entanto, é altamente espiritualizada. Ensina que os corpos celestes são deuses que podem definir o destino e ou comportamento das pessoas. O estudo da posição dos astros, afirmam, pode influenciar de forma positiva ou negativa a vida da humanidade. Seus adeptos estão espalhados em todas as camadas sociais e confiam plenamente na revelação do horóscopo.

Os amantes da Astrologia sugerem que por volta de 8.000 aC, o homem começou usá-la. É considerada uma “ciência sagrada” (possuindo aspectos de arte, de filosofia e de religião). É fruto da observação inicial do sol e lua, posteriormente, os astros foram ganhando forma humana e atributos divinos. Segundo a Astrologia, quando cada um desses astros- deuses passa por determinado signo, influência um ou outro aspecto do destino dos seres humanos.
O Mapa Astrológico mostra o potencial de energia que deve ser desenvolvido e vivido da melhor maneira possível para que possa cumprir a tarefa no mundo e assim ser feliz. Esta energia distribui-se em cinco níveis. Olhando-se o Mapa, de dentro para fora, vemos no centro um círculo que simboliza a Alma, o eu pessoal e transpessoal, aquilo que me faz uma entidade única e, ao mesmo tempo, ligada ao todo universal. É o que nos faz “Filhos de Deus” e o que nos dá a consciência da Eternidade. O segundo nível do Mapa: a Estrutura de Aspectos – linhas coloridas que ligam os Planetas entre si, formando figuras geométricas. O conjunto dos Aspectos retrata as motivações básicas que correspondem ao propósito da Alma para esta vida atual. Os planetas formam o terceiro nível do Mapa. Eles constituem o conteúdo da psique, isto é, os impulsos psicológicos, as necessidades e instintos. É através deles que as energias cósmicas são expressas no mundo. No momento do nascimento, cada planeta se encontra situado num determinado signo. Os signos constituem o quarto nível do Mapa. Os signos são qualidades cósmicas herdadas geneticamente, ou seja, cada signo é "uma dentre as doze diferenciações básicas da força solar ". Eles definem o que é chamado de os doze temperamentos ou tipos básicos da personalidade. Do primeiro ao quarto nível, o Mapa Astrológico descreve a configuração interna de cada um. O mundo, o meio externo a nós constitui o quinto nível do Mapa. As Casas representam o mundo, o meio ambiente, o campo de experiências, o espaço onde faremos a interação de nossas motivações internas com o mundo exterior. Esta troca de experiências com o mundo se dá nas mais diversas etapas do desenvolvimento humano, uma vez que precisamos da interação com o meio a fim de realizarmos a principal tarefa da nossa encarnação: adquirir consciência de nós mesmos.

Ao ler esta explanação sobre a astrologia, chega-se à conclusão que o Senhor Deus é totalmente dispensável, que tudo é regido pela posição de planetas e astros. A visão holística (Teoria segundo a qual o homem é um todo indivisível, e que não pode ser explicado pelos seus distintos componentes (físico, psicológico ou psíquico), considerados separadamente.) da vida é claríssima.

É a manifestação poderosa do inimigo!

É inconcebível que os servos verdadeiros de Deus consulte horóscopos ou dê valor aos signos ou mesmo declarem que os possua. Somos regidos exclusivamente pelo Espírito Santo de Deus, que edifica a nossa vida e capacita-nos a comungar intimamente com o Todo Poderoso.

Deus condena esta prática:

"Guarda-te não levantes os olhos para os céus e, vendo o sol, a lua e as estrelas, a saber, todo o exército dos céus, sejas seduzido a inclinar-te perante eles e dês culto àqueles, coisas que o SENHOR, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus." Dt 4.19

"Quando no meio de ti, em alguma das tuas cidades que te dá o SENHOR, teu Deus, se achar algum homem ou mulher que proceda mal aos olhos do SENHOR, teu Deus, transgredindo a sua aliança, que vá, e sirva a outros deuses, e os adore, ou ao sol, ou à lua, ou a todo o exército do céu, o que eu não ordenei." Dt 17.2,3

"Fique com os despachos e as feitiçarias que você tem praticado desde que era jovem. É possível que eles a ajudem e que com eles você assuste os seus inimigos. Apesar de todos os conselheiros que tem, você não poderá escapar. Que os seus astrólogos se apresentem e a ajudem! Eles estudam o céu e ficam olhando para as estrelas a fim de dizer, todos os meses, o que vai acontecer com você. Pois eles são como palha; o fogo os destruirá, e eles não poderão se salvar." Is 47 12-14

O diabo disponibiliza ao homem uma variedade grande de caminhos; é possível encontrar filosofias e religiões que agradam a todos os gostos. Partindo de rituais simplíssimos à complexidade de religiões seculares.
Os servos do Senhor Jesus precisam estar atentos, vigiando, para não se deixarem enganar pelo inimigo das almas em suas muitas manifestações.

APÓSTOLO E PROFETAS

*Apóstolos e Profetas, O que a Bíblia diz?*Pr. Carlos Garcia Costa

Anseio partilhar com a Igreja de Deus a pergunta que me foi enviada por e-mail acreditando que sua resposta edificará a muitos nestes dias de transformação e mudança do velho para o novo odre. A Palavra de Deus possui as respostas para toda incerteza sobre a realidade ou sobre a verdade de um fato. "Ultimamente tenho visto essa febre de ministério apostólico (o homem nunca para de querer cargos e posições - auto-exaltação) e a nova o­nda do ministério profético. Gostaria de saber do irmão quais são as bases bíblicas para tais fatos". Grato. (Sola Scriptura!) GRAÇA E PAZ!

Se desejarmos ser instruídos pela verdade (e Jesus é a verdade) é necessário baixarmos nossas armas de defesa (conceitos e pré-conceitos) para conhecer a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12:2).
A Igreja está passando por mudanças desde seus primeiros anos. Toda mudança traz algum certo desconforto, principalmente quando mexe diretamente em alguma área de segurança (o vinho velho: organizações, tradições, costumes e doutrinas).
A pesar do vinho velho ser excelente (Lc 5:39) por causa da sua tradição (sabor) e estrutura física (consistência), Jesus veio trazer o vinho novo e para entrar no novo é preciso mudar os odres (Lc 5:38). Neste período de mudança é necessário agirmos e falarmos com amor ágape para não sermos achados lutando contra Deus (At 5:38, 39).
Erros e exageros irão acontecer até que as coisas caminhem em seu curso normal. Lembrando que muitas coisas são novidades para nós. Os pais da Igreja, os reformadores e avivalistas tiveram seus erros e acertos e nem por isso os consideramos anátemas. Isso faz parte do crescimento, afinal, quem nunca errou que atire a primeira pedra.
Os cincos ministérios descritos na carta do Apóstolo Paulo aos Efésios não são "posições ou cargos de auto-exaltação", são postos de autoridade eclesiástica delegados por Deus para um fim proveitoso e por isso são irrevogáveis (Rm 11:29).
Em uma empresa, por exemplo, existem cargos e funções a serem exercidos na sua administração. Se algum cargo não está sendo ocupado não significa que ele não exista, apenas está em aberto. Da mesma maneira, Apóstolos, Profetas, Evangelistas, Pastores e Mestres são postos de autoridade instituídos por Deus para a gestão da Igreja (Leia Ef 4:11, 12 / Rm 12:6). Nestes últimos dias o SENHOR os levantará para edificar a Igreja no fundamento dos apóstolos e profetas (Ef 2:20).
Os santos só serão aperfeiçoados para exercerem o sacerdócio real (1Pe 2:9) e conseqüentemente o corpo de Cristo edificado (Ef 5:27) quando os cinco ministérios de Efésios 4:11 estiverem operando na Igreja em unidade. Apóstolos e Profetas são tão bíblicos como Evangelistas, Pastores e Mestres. É preciso reconhecer esta verdade.

MINISTÉRIOS de HOMENS ou de DEUS?

Quem chamou, constituiu e consagrou Samuel, Jeremias, Isaías e João Batista como Profetas? Jerônimo Savonarola foi Monge, Wyclif foi Capelão, João Huss foi Padre, Martinho Lutero foi Padre, quem então chamou, constituiu e consagrou o primeiro Pastor, o primeiro Evangelista e o primeiro Mestre após a reforma da Igreja? Será que temos autoridade para usar estes títulos ou exercer suas funções?
"O homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada" (Jo 3:27). O Senhor Jesus, como supremo apóstolo, profeta e pastor da Igreja (HB 3:1; 13:20), é quem chama, constitui e consagra seus apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (Jr 1:5).
O Apóstolo Paulo tinha a plena certeza que o seu apostolado não foi entregue da parte dos homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai. Leia: Rm 1:1 / 1Co 1:1 / 2Co 1:1 / Gl 1:1 / 1Tm 2:7 / Tt 1:1.

APÓSTOLOS e PROFÉTAS

- São fundamentos da Igreja (Ef 2:20)
- Apóstolos e Profetas são autoridades constituídas por Deus ainda hoje (1Co 12:28)
- Apóstolos são alvo de critica e perseguição (Lc 11:49 / 1Co 4:9)
- O Apóstolo Paulo foi desacreditado (2Co 9:2) - Na categoria dos dons estão em primeiro lugar (1Co 12:28)
- Apóstolos no NT além dos 12 discípulos: Matias (At 1:26); Barnabé e Paulo (AT 14:14); Andronico e Júnias (Rm 16:7)

FALSO ou VERDADEIRO

Quando a Bíblia trata das coisas falsas ela não faz acepção de pessoas. Assim, nós também não devemos fazer acepções. Existem falsos cristos (Mt 24:24), falsos apóstolos (2Co 11:13), falsos profetas e mestres (2Pe 2:1), falsos pastores (Jo 10:12) e falsos irmãos (Gl 2:4).
Conhecemos a árvore pelo seu fruto (Mt 3:8; 12:33 / Lc 6:43). É o fruto do Espírito na vida dos ministros que os confirmam em seus ministérios: a bondade, a justiça, a verdade e a sabedoria (Gl 5:22 / Ef 5:9 / Pv 1:7). Este fruto é superior à obra humana, porque ninguém será justificado por obras, mas pela fé. A obra é recompensada e a fé legitimada (Rm 2:6 / Gl 2:16).
Apóstolos e Profetas sempre existiram e até que Jesus volte continuarão a existir. Reconhece-los é um sinal de maturidade cristã, humildade e submissão a toda autoridade eclesiástica instituída por Deus. É crer e praticar o que a Bíblia diz (Tg 1:22). "A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova" (Rm 14:22).

Pr. Carlos Garcia Costa
www.urrodoleao.com.br
ministerio@urrodoleao.com.br

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Amor - Quem você escolheria?

Uma mulher regava o jardim de sua casa
e viu três idosos com os seus anos de experiência em frente ao seu jardim.

Ela não os conhecia e lhes disse
- Não os conheço, mas devem estar com fome.
Por favor entrem em minha casa para que possam comer algo.

Eles perguntaram:
- O homem da casa está ?
- Não, respondeu ela, não está.

- Então não podemos entrar, disseram eles.
Ao entardecer, quando o marido chegou, ela contou-lhe o sucedido.

O marido lhe disse:
- Então vá lá e diga a eles que já cheguei e os convide para entrar.
A mulher saiu e convidou os homens para entrarem em sua casa.
- Não podemos entrar numa casa os três juntos, explicaram os velhos.
- Por quê?, quis saber ela.
Um dos homens apontou para outro dos seus amigos e explicou:
O nome dele é Riqueza.
Depois apontou para o outro.
O nome dele é Êxito e eu me chamo Amor.
Agora entre e decida com o seu marido
qual de nós três, vocês desejam convidar para entrar em vossa casa.
A mulher entrou em casa e contou a seu marido o que eles lhe haviam dito.
O homem ficou muito feliz e replicou:
- Que bom!
Já que é assim, vamos convidar a Riqueza, que entre e encha a nossa casa.
Sua esposa não estava de acordo:
- Querido, por que não convidamos o Êxito?
A filha do casal estava escutando tudo e veio correndo a dizer:
- Não seria melhor convidar o Amor?
Nosso lar ficaria então cheio de amor.
- Vamos escutar o conselho de nossa filha, disse o esposo à sua mulher. Vá lá fora e convide o Amor para que seja nosso hóspede.
A esposa saiu e perguntou-lhes:
- Qual de vocês é o Amor? Por favor entre e seja nosso convidado.
O Amor sentou-se em sua cadeira e começou a avançar para a casa.
Os outros dois também levantaram-se e o seguiram.
Surpresa, a mulher perguntou à Riqueza e ao Êxito:
- Só convidei o Amor, por que vocês estão vindo também ?
Os homens responderam juntos:
- Se tivessem convidado a Riqueza ou o Êxito os outros dois permaneceriam aqui fora, mas já que convidaram o Amor, aonde ele vai, nós vamos com ele.
Onde houver amor, há também riqueza e êxito.
O MEU DESEJO PARA VOCÊ É QUE:

Onde haja dor, desejo Paz e Felicidade.
Onde haja falta de fé,
desejo uma confiança renovada em sua capacidade para superá-la!!!Smiley de boca aberta
Onde haja medo, desejo amor e valor na Palavra de Deus.
          

Juventude - O que fazer para sermos jovens que fazem à diferença no século XXI

Comportamento - Ser Cristão em um mundo Louco

Amor - Casamento: Direção de Deus

AMOR, UMA NECESSIDADE ATUAL

ESTAMOS COM FOME DE AMOR!!!
(Arnaldo Jabor)

O que temos visto por ai ???
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micro e transparentes.
Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plásticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???
Chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
E não é só sexo não!
Se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama...  sexo de academia...
Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos, sem se preocuparem com as posições cabalísticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega?
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis. Se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras), é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, demodê, brega, famílias preconceituosas...
Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...
Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...
Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem a ver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza?
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda na TV, e também na playboy e nos banheiros. Eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos. Gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.
Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...
Por que ter medo de dizer isso, por que ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo"?
Então, não se importe com a opinião dos outros. Seja feliz!
Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A linguagem dos Jovens na pós modernidade

Os jovens e adolescentes tem toda uma maneira de se expressar. Entre eles não há nenhum problema com a subtração das palavras, pois elas diminuem em número silábico, mas não perdem seu sentido entre eles. Como exemplo basta observar o pronome de tratamento ”vossa mercê“, que posteriormente passou a ser “vosse mercê“, depois virou “vós mercê”, chegou a “você” e atualmente pronuncia-se apenas “cê“. Na era “digital“ e do chamado “fast food“, o tempo é cada vez mais escasso e com isso tudo tende a ficar mais superficial e rápido. Não há tempo a se perder com muito “blá, blá, blá” e a linguagem também sofre grandes ataques em sua morfologia. Há bem pouco tempo atrás os filhos tomavam benção dos pais, tios e avós, quando chegavam ou saiam de casa ou quando se encontravam em qualquer lugar. E tudo era de forma bem cúltica e ritualizada, no entanto, hoje os pais são chamados de forma bem diferente das gerações anteriores: o pai é chamado de “véio” e a mãe é “veia“, independente da idade de ambos.

Nessa relação entre pais e filhos há uma grande diferença e conflitos que se vê entre as gerações. É bem provável que a leitura da Bíblia sobre o amor de Deus pelo mundo seja assim na próxima geração: “aí véio! Deus indoidô com a galera de todo mundo, que mandô seu único fio, pra o que crê, sê feliz pra sempre“. ( João 3.16 ). Isso ainda poderá variar de região para região do Brasil, já que as gírias também mudam de uma região para outra. O rock é um bom exemplo da linguagem pós-moderna , assim como o hip-hop, funk, o soul , a black music e outros estilos, que transmitem as mais variadas mensagem de forma cantada. O rock, assim como todos os estilos culturais com seus ritmos tem toda a sua forma peculiar de comunicar o evangelho de Cristo na língua do que ouve. Essa variedade de línguas leva a mensagem de Cristo “a toda a criatura” (Marcos 16.15). Do mesmo modo, que existem várias línguas ao redor do mundo, e em cada uma delas o evangelho é pregado, sem com isso impor a língua do missionário e sua cultura, assim também ocorre com as tribos urbanas que recebem o Palavra de Deus em sua língua.

Na confusão de línguas na torre de Babel ocorreu a soberba do homem. “Por isso, se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a língua de toda a terra e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra.“ (Gêneses 11.9). Neste caso é bom notar que a diversidade cultural e a linguagem não foram problemas mas sim a soberba e a desobediência humana. Também sobre a linguagem e tanto na fala como na audição, verifica-se o milagre que se produziu em Jerusalém. “E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. (Atos 2.4). Para levar o evangelho de Cristo a todas as tribos urbanas é necessário conhecer a linguagem e a cultura do grupo. Da mesma forma ocorre com o rock, pois ele pode ser usado como instrumento de evangelização em sua linguagem e estilo próprio, alcançando assim os objetivos específicos que são: vidas transformadas e rendidas aos pés de Jesus Cristo. A linguagem não pode ser barreira para pregar o evangelho e na sua diversidade e pluralidade , a igreja deve entender que o Espírito Santo está atuando e renovando, não somente a língua, o ritmo e o estilo, mas todas as coisas.

Se “o Espírito sopra onde quer“ (João 3.8 ), como poderíamos limitá-lo a uma língua, estilo musical. Etnia, cultura ou classe social? Enquanto muitas pessoas discutem e entram em debates que não levarão a nada, muitos jovens estão indo para o abismo espiritual, e por que não dizer para o inferno. Dessa forma, conseguimos entender o grande amor de Deus, que não se limita a uma linguagem, o amor de Deus não está acessível a linguagem ou signos humanos apenas, ele é maior e transcendente, no entanto está disponível a todo o mundo. (João 3.16). E isso foi o que assustou todos os estrangeiros que estavam em Jerusalém. “Como pois os ouvimos, cada um na nossa própria língua em que somos nascidos?” (Atos 2.8).

Jesus Cristo sendo Deus se fez “homem e habitou entre nós” (João 1.14), Ele viveu em uma cultura, se vestiu como os homens de seu tempo, comeu, sorriu, trabalhou, chorou, bebeu e louvou a Deus como eles. Se Ele sendo Deus usou todos os elementos da cultura e esteve com os perdidos e marginalizados de sua época, como podemos nos achar tão santos e separados para não atuar no mundo, discriminando alguns grupos e criando outros? E como podemos dizer que atuamos no mundo como agentes do Reino de Deus sem buscar transformação e renovação de todos os homens?

Portanto devemos ver que para Deus não há limites para salvar o homem, seu amor incondicional é piração para muitos. Deus não chama os melhores para realizar a sua obra, Ele chama os piores para fazê-la e isto que confunde muitos que se acham justos aos seus próprios olhos. “Não necessitam de médico os que estão sãos, mas sim os que estão enfermos. Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores, ao arrependimento.” (Lucas 5.31-32).

Que Deus nos abençoe
Flávio Lage

Contagem Regressiva Para o Armagedom Parte 07 de 07

Contagem Regressiva Para o Armagedom Parte 06 de 07

Contagem Regressiva Para o Armagedom Parte 05 de 07

Contagem Regressiva Para o Armagedom Parte 04 de 07

A Chegada - Parte 13 - Ninrode

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O Grande engano

O grande engano


         Palavras como disfarce, imitação ou cópia são conhecidas de todos. Também no cristianismo há pessoas que se dizem “cristãs”, mas no fundo não o são.
         Um automóvel parou ao meu lado em um espaço para descanso à margem de uma auto-estrada na Alemanha. Alguém me ofereceu os “melhores artigos de couro” por pouco dinheiro. Como fui totalmente surpreendido pela oferta e também tinha pouco tempo, comprei um objeto pequeno. Apenas mais tarde percebi o tipo de “artigo de couro” que havia adquirido: uma imitação barata, que desmontava só de olhar para ela.
         Há muitas coisas falsas, quase idênticas às verdadeiras, difíceis de distinguir das genuínas, como roupas, relógios, jóias, quadros, tapetes, etc. Precisamos de especialistas que consigam diferenciar entre o verdadeiro e o falso com base em detalhes mínimos.
        Também no cristianismo há imitações, disfarces, cópias, cristãos que parecem verdadeiros e, no entanto, são falsos. Isso é ilustrado de forma clara na parábola das dez virgens (Mt 25.1ss): exteriormente, as cinco virgens néscias eram muito parecidas com as sábias, exceto pelo fato de que lhes faltava o óleo (um símbolo do Espírito Santo que habita nos salvos). Muitos vivem uma vida cristã porque são levados pela corrente do cristianismo que os cerca. Seu ambiente é cristão e por isso eles também o são.
         Não quero que esta mensagem roube a certeza da salvação de ninguém que tenha no coração essa convicção pelo testemunho do Espírito de Deus. Além disso, tenho certeza de que um cristão espiritualmente renascido não pode se perder (Hb 10.10,14). Mas também não quero que alguém ponha  sua confiança em uma falsa segurança, em algo que nem mesmo existe.
         Às vezes admiramo-nos quando pessoas, que eram consideradas cristãos autênticos, de repente se desviam da fé e não querem ouvir mais nada a respeito de Jesus e da obra que Ele realizou na cruz do Calvário, chegando até mesmo a negá-la. O apóstolo João também passou por essa experiência dolorosa, descrita em sua primeira carta:
 
“Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos” (1 Jo 2.19).

         A Bíblia não esconde o fato de que além do cristianismo verdadeiro, legítimo, renascido da “água e do espírito”, há também um cristianismo aparente, formado por “cristãos” que não estão ligados a Jesus, não estão enraizados nEle, não vivem nEle e por Ele. Mesmo que tudo pareça legítimo, eles não passam de uma imitação. É desses “cristãos” que Paulo fala ao escrever a Timóteo, em sua segunda carta:
 
“...tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes” (2 Tm 3.5).
        A Edição Revista e Corrigida diz: “...tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”. Na Nova Versão Internacional lemos: “...tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também”.

Sendo cristão sem ser cristão

         De acordo com pesquisas nos EUA, quase metade dos americanos se dizem cristãos renascidos. Mas uma análise mais aprofundada revelou que muitos confundem o novo nascimento com uma sensação positiva a respeito de Deus e de Jesus.
         Um levantamento estatístico entre os cristãos praticantes nos EUA apresenta resultados desanimadores, o que também é representativo em relação à Europa:

  • 20% nunca oram
  • 25% nunca lêem a Bíblia
  • 30% nunca vão à igreja
  • 40% não apóiam a “obra do Senhor” por meio de ofertas
  • 50% nunca vão à Escola Bíblica Dominical (de todas as faixas etárias)
  • 60% nunca vão a um culto vespertino
  • 70% nunca dão dinheiro para missões
  • 80% nunca freqüentam uma reunião de oração
  • 90% nunca realizam culto em família [1]

         Se a situação já é assim na América marcada pela influência do puritanismo, quanto mais na superficial Europa.
         O próprio Senhor Jesus advertiu a respeito da confissão nominal, que carece de conteúdo verdadeiro, ou seja, que não está de acordo com o que vai no coração:
 
“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade” (Mt 7.21-23).
        Com isso, o Senhor esclarece quatro pontos básicos: há duas coisas que não são de forma alguma suficientes para que alguém seja salvo, e outras duas são imprescindíveis para que alguém seja redimido.

Duas coisas insuficientes para a salvação

         Nem a simples confissão “Senhor, Senhor” (1) nem as obras em nome de Jesus (2) são suficientes para alcançar a salvação eterna. Em muitas igrejas, denominações e entidades cristãs as orações são meramente formais, os atos de caridade são feitos em nome de Jesus sem que aqueles que os realizam pertençam a Ele ou sejam filhos de Deus. Quantos indivíduos “cristãos” realizam atos cristãos sem pertencerem a Cristo! É assustador que no fim Jesus até mesmo condena as suas ações como sendo iníquas: “Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade”.

Duas coisas imprescindíveis para a salvação

         Precisamos fazer a vontade de Deus (1) e precisamos ser conhecidos por Deus (2).

        1. Fazer a vontade do Pai celeste não é realizar muitas boas ações, pequenas e grandes, mas ter fé em Jesus Cristo, entregar conscientemente a vida a Ele e obedecer-Lhe na prática.
         O judaísmo da época de Jesus tinha “boas ações” para apresentar: muitos eram fanáticos em seguir a lei, lidavam com a Palavra de Deus, expulsavam maus espíritos e faziam milagres. Mas uma coisa eles não queriam: crer em Jesus Cristo e, assim, aceitar a misericórdia que recebemos por meio dEle. Pensavam que chegariam ao céu sem Ele, que Deus reconheceria as suas obras e lhes permitiria entrar. Porém, foi justamente nesse ponto que Jesus tratou de contrariar seus planos. Eles tinham de aprender e aceitar que a vontade de Deus era que reconhecessem sua própria falência espiritual e cressem em Jesus.
         Nós enfrentamos o mesmo problema hoje. “Cristãos” nascidos em um ambiente cristão pensam que conseguirão ir para o céu por meio de obras cristãs. Ao lhes dizermos que nada disso serve, que no fim das contas as suas ações são iniqüidades inaceitáveis aos olhos de Deus e que eles continuam perdidos, a grande maioria reage de forma irritada, por pensar que não precisam de Jesus pessoalmente. Quando Jesus foi questionado:
 
“Que faremos para realizar as obras de Deus?”, Ele respondeu: “A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado” (Jo 6.28-29).

        2. Precisamos ser conhecidos por Deus. Haverá pessoas das quais Jesus dirá naquele dia: “Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade”.
         Não é suficiente crer em Jesus de forma superficial, reconhecê-lO, acreditar em Sua existência ou aceitá-lO até certo ponto. Não – é preciso que haja um encontro pessoal com Ele.
         Posso dizer: “Conheço o presidente do Brasil”. De onde o conheço? De suas aparições na mídia. Mas será que ele me conhece? Claro que não! No entanto, se eu fosse convidado a visitá-lo, teria a oportunidade de ser conhecido por ele.
         O Senhor Jesus convida cada ser humano, de forma pessoal, a entregar-se a Ele:
 
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28).
        Quem aceita esse convite, quem se achega a Ele com todos os seus pecados, quem O aceita em seu coração e em sua vida e crê em Seu nome (Jo 1.12), esse é conhecido por Ele. Quem fez isso reconheceu o Pai e o Filho de Deus e entrará no céu:
 
“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.3).

        “Tens nome de que vives... ...e estás morto” (Ap 3.1). Há muitos que se chamam de “cristãos”, mas o são apenas nominalmente. O Senhor Jesus falou de pessoas que imaginariam servir a Deus matando justamente Seus verdadeiros filhos:
 
“Eles vos expulsarão das sinagogas; mas vem a hora em que todo o que vos matar julgará com isso tributar culto a Deus. Isto farão porque não conhecem o Pai, nem a mim” (Jo 16.2-3).

         Eles reivindicam autoridade teológica, pensam servir a Deus, mas não conhecem nem o Pai nem Jesus Cristo. Isso aconteceu, por exemplo, na época das Cruzadas e da Inquisição. Hoje também existe uma teologia que reivindica toda autoridade para si e rejeita os que se baseiam na Palavra de Deus. Basta lembrar das muitas seitas e do islamismo, que afirmam que Deus não tem um Filho.
           Já no século VII antes de Cristo, na época do profeta Jeremias, havia dignitários religiosos meramente nominais. Ouvimos o lamento de Jeremias:
 
“Os sacerdotes não disseram: Onde está o Senhor? E os que tratavam da lei não me conheceram, os pastores prevaricaram contra mim, os profetas profetizaram por Baal e andaram atrás de coisas de nenhum proveito” (Jr 2.8).

         Mesmo um cristão meramente nominal pode apostatar da fé. Quem com sua boca confessa ser cristão, mas não pratica o cristianismo no dia-a-dia, precisa aceitar que outros lhe perguntem se não está enganando a si mesmo.
         Não é exatamente isso que vemos hoje? Muitos teólogos abandonaram a fé bíblica e correm atrás de convicções que não servem para nada. Eles se abriram para religiões e correntes espirituais que não têm absolutamente nada a ver com Jesus Cristo. Isso também já aconteceu na época em que o povo de Israel peregrinou pelo deserto. Depois de ter louvado a grandeza e a soberania de Deus (Dt 32.3-4), Moisés emendou uma declaração sobre os infiéis:
 
“Procederam corruptamente contra ele, já não são seus filhos, e sim suas manchas; é geração perversa e deformada” (Dt 32.5).
        Portanto, realmente é possível que aqueles que não são Seus filhos se tornem infiéis a Ele.
         É dito a respeito dos filhos de Eli:
 
“Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não se importavam com o Senhor... Era, pois, mui grande o pecado destes moços perante o Senhor, porquanto eles desprezavam a oferta do Senhor” (1 Sm 2.12,17).
        Não reconheceram ao Senhor porque desprezaram o sacrifício. Enquanto uma pessoa (por mais cristã que se considere) desprezar o sacrifício de Jesus pelo pecado, não reconhecerá o Senhor.
         Todos os israelitas saíram do Egito, mas da maior parte deles Deus não se agradou, motivo pelo qual tiveram de morrer no deserto (veja 1 Co 10.1-12).
         Como exemplo especial de alguém que era crente nominal e que realizava obras, mas que ainda assim estava espiritualmente morto, lembro de Balaão (veja Nm 22-24):
         Ele era um homem a quem Deus se revelava, com quem Deus falava (Nm 22.9).
         No começo ele foi obediente (Nm 22.12-14).
         Ele afirmava conhecer o Senhor e O chamou de “meu Senhor” e “meu Deus” (Nm 22.18).
         Ele adorava o Senhor (Nm 22.31).
         Ele reconhecia a sua culpa (Nm 22.34).
         Ele estava disposto a servir (Nm 22.38).
         Deus colocou Suas próprias palavras na boca de Balaão (Nm 23.5).
         Balaão abençoou Israel três vezes (Nm 23 e 24).
        Ele testemunhou da sinceridade e da fidelidade de Deus (Nm 23.19).
         Ele falou três vezes do Messias como Rei de Israel (Nm 23.21; Nm 24.7,17-19).
         O Espírito Santo veio sobre ele (Nm 24.2).
         Ele testemunhava ser um profeta de Deus (Nm 24.3-4).
         Balaão confirmou a bênção e a maldição de Deus sobre os amigos e inimigos de Abraão (Nm 24.9, Gn 12.3).
         Ele colocou o mandamento de Deus acima de bens materiais (Nm 24.13).
         Ele falou profeticamente a respeito do futuro dos povos, sobre a chegada do Messias e chegou a mencionar o Império Mundial Romano [Quitim] (Nm 24.14-24).
         Apesar de tudo isso, a Bíblia chama Balaão de falso profeta, vidente e sedutor (veja Nm 31.16; Js 13.22; Ne 13.1-3; 2 Pe 2.15-16; Jd 11; Ap 2.14-16). Por quê? Porque Balaão fazia concessões e aceitava comprometimentos, e levou o povo de Deus a se misturar com outros povos. Havia uma discrepância entre suas palavras e ações.
 
“Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas. Estas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos deuses delas. Juntando-se Israel a Baal-Peor, a ira do SENHOR se acendeu contra Israel” (Nm 25.1-3).
        Balaão havia levado Israel a essa prostituição (Nm 31.16; Ne 13.1-3). Pedro chama Balaão de alguém que “amou o prêmio da injustiça”. Na Epístola de Judas ele é chamado até mesmo de enganador (“erro de Balaão”) e no Apocalipse ele é apresentado como alguém que “armou ciladas”.
         A Bíblia diz a respeito das pessoas nos últimos tempos que
 
“os homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados” (2 Tm 3.13).
        Quem tende a prostituir-se espiritualmente ou a comprometer sua fé e suporta, permite e pratica essas coisas sem que sua consciência o acuse, tem motivo para crer que, apesar das aparências, não é um cristão verdadeiro. Com isso não estou me referindo à luta contra o pecado, que qualquer filho de Deus enfrenta. Não, aqui não se trata de “derrotas” na fé e na obediência, mas de lidarmos com o pecado de forma consciente e indiferente, de deliberadamente escolhermos a prática pecaminosa.
         Não somos salvos por nossas próprias obras, mas somente pela fé em Jesus Cristo, pela conversão a Ele. Só aqueles que O aceitam, ao Filho de Deus, em seu coração e em sua vida, com fé infantil, poderão realizar obras que testemunhem a veracidade de sua fé. Essa fé precisa estar “enraizada” na Palavra de Deus. Em Sua parábola sobre o semeador, Jesus diz que há pessoas que aceitam a Palavra de Deus com alegria, mas não criam raízes para ela e mais tarde a abandonam (Mt 13.20-21). A raiz liga a planta à terra, da qual ela vive, lhe dá firmeza, extrai alimento e o conduz à planta. A raiz é um símbolo do Espírito Santo, por meio do qual estamos enraizados em Deus. O Espírito Santo nos traz a vida em Deus, à medida que extrai alimento das Escrituras.
         Podemos aceitar a Palavra de Deus de forma superficial, podemos simpatizar com o Senhor, podemos acompanhar os cristãos durante algum tempo, mas depois nos afastar novamente, porque nunca nascemos realmente de novo e por isso nunca tivemos “raízes”.
         Jesus disse aos Seus discípulos, àqueles que O seguiam:
 
“Contudo, há descrentes entre vós. Pois Jesus sabia, desde o princípio, quais eram os que não criam e quem o havia de trair” (Jo 6.64).
         De acordo com Hebreus 6.4-6, há pessoas que foram “iluminadas”, que “provaram o dom celestial”, e que até “se tornaram participantes do Espírito Santo” e ainda assim caíram. Por quê?
         Porque foram iluminadas, mas elas mesmas nunca se tornaram luz. A luz pode se refletir em mim, e então estou iluminado; mas é preciso mais para que eu mesmo seja luz.
         Porque provaram, mas não comeram (aceitaram). Posso sentir o cheiro do pão, provar o seu sabor (assim como o enólogo, que toma um pouco de vinho na boca para testar seu aroma, mas depois o cospe fora). Mas é preciso que aconteça mais: precisamos comer o pão, ingeri-lo. Não basta “provar” Jesus, ou seja, experimentá-lO – precisamos aceitá-lO em nós (Jo 6.53-56,63; Jo 1.12).
         Porque participaram do efeito do Espírito Santo, mas nunca O receberam pessoalmente. Ao ler a Palavra de Deus, ao freqüentar um culto, posso participar do efeito do Espírito Santo. Mas isso não é suficiente. Não – é preciso que haja uma renovação espiritual real.
         É possível que pessoas assim imitem o cristianismo durante algum tempo, acompanhem e participem de uma igreja local. Mas um dia elas “cairão” e negarão a Jesus. Então muitos se perguntam espantados: “Como isso é possível?”
         Quando o Senhor Jesus falou de comer Sua carne e beber Seu sangue para ganhar a vida eterna (Jo 6.53-59), muitos de Seus discípulos disseram: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (v. 60) e se afastaram dEle (v. 66), apesar dEle ter lhe explicado de antemão o que isso significava:
 
“O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida” (Jo 6. 63).

Tornar-se cristão apesar de ser “cristão”

         Enganam-se a si mesmos os que pensam que todos são cristãos! Muitas vezes, quando questionei pessoas que davam a entender isso, a resposta era: “Meus pais são cristãos”, ou: “Minha família é cristã!” Um conhecido evangelista costumava responder a essas afirmativas:
 
“Se alguém nasce em uma garagem, isso não significa que seja um automóvel! E quando alguém nasce em uma família cristã, ainda falta muito para que se torne cristão!” (extraído de um livro de Wilhelm Busch).

         Jesus disse a Pedro:
 
“Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc 22.32).
        Por um lado, o Senhor confirmou a fé de Pedro. Por outro lado, porém, Ele falou da necessidade de sua conversão futura. Pedro poderia ter retrucado:
 
“Senhor, sou judeu, um filho de Abraão. Cumpro os mandamentos, fui circuncidado ao oitavo dia, guardo o sábado, oro três vezes ao dia, celebro a Páscoa e faço os sacrifícios. E  já Te sigo há três anos...”
        Mesmo assim, ele ainda precisava converter-se. Da mesma forma Paulo, o grande defensor da lei, precisou se converter, assim como todos os outros apóstolos e discípulos.
         Toda pessoa precisa se converter se quiser ser salva – inclusive os “cristãos”, sejam eles membros da igreja católica romana, protestantes, evangélicos ou de uma família cristã. Não são poucos os que nascem no cristianismo, da mesma forma como os judeus nascem no judaísmo. Mas, não é esse nascimento que dá a salvação, alcançada somente através de um “novo nascimento”:
 
“Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (Jo 3.3).
        Precisamos nos converter mesmo que tenhamos sido batizados quando pequenos, freqüentado aulas de catecismo ou participado de cultos. Se não nascermos de novo, continuaremos perdidos.
         Mais tarde, quando o apóstolo Pedro se converteu e experimentou o novo nascimento, ele escreveu em sua primeira carta:
 
“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros” (1 Pe 1.3-4).

         Quem carrega em si o testemunho do Espírito Santo a respeito de seu novo nascimento (Rm 8.16) deve alegrar-se com essa certeza e agradecer a Jesus Cristo por ela. Mas quem não possui esse testemunho inconfundível do Espírito Santo e ainda assim pensa ser cristão, está sujeito a um grande engano. Mas hoje esses “cristãos”, e qualquer pessoa que queira ser salva, pode alcançar a certeza da salvação, se converter-se de forma muito séria a Jesus Cristo. Então, por que esperar mais?

Autor: Norbert Lieth