quarta-feira, 14 de setembro de 2016



 A Cruz Manifesta a Justiça e o Amor de Deus 

 Assim, a cruz está onde a justiça de Deus é manifestada. A cruz nos mostra o quanto Deus odeia o pecado. Ele está determinado a julgar o pecado. Ele estava disposto a pagar preço tão alto como o de ter Seu Filho pregado na cruz. Deus não estava disposto a desistir de Sua justiça. Se Deus estivesse disposto a esquecer Sua justiça, a cruz teria sido desnecessária. Por não estar disposto a abandonar Sua justiça, Deus preferiu que Seu Filho morresse.

A cruz também é o lugar onde o amor de Deus é manifestado. O peso dos nossos pecados deveria estar sobre nós. Se não o suportamos, é injusto. Mas suportar tal carga é demais para nós. Por isso Ele veio e a carregou por nós. O fato de Deus dispor-se a suportar a carga mostra-nos Seu amor. O fato de Deus ter, na verdade, suportado tal fardo, demonstra a Sua justiça. Deus fazer-nos levar a punição é justiça sem amor. Deus não nos fazer levar a punição é amor sem justiça. Por Ele tomar a punição e levá-la por nós, há tanto justiça como amor. Aleluia! A cruz cumpre tanto a exigência da justiça, como a exigência do amor. Nossa salvação hoje não é “mercadoria contrabandeada”; não a recebemos de modo fraudulento ou impróprio. Nós não fomos salvos ilegalmente. Fomos salvos de modo claro e definitivo por meio do julgamento.
Para nós, o perdão é gratuito, mas para Deus não há tal coisa como perdão gratuito. Para Ele, o perdão vem somente após a redenção dos pecados. Por exemplo, se você infringir a lei, e o tribunal exigir que pague uma multa de mil dólares, você deve pagar a multa para que seu caso seja encerrado. Da mesma maneira, fomos salvos somente após sermos julgados na cruz. Nossa salvação vem após sofrermos o julgamento pelo pecado em Cristo. É uma salvação que vem apenas mediante o julgamento. Aleluia! Nós fomos julgados; então, depois disso, fomos salvos. O amor de Deus está aqui e a justiça de Deus também está aqui.
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Deus é Obrigado a Perdoar-nos por Causa da Justiça?

Portanto, antes de o Senhor Jesus vir à terra e ser morto na cruz, seria correto Deus recusar-se a nos salvar. Deus podia não nos salvar. Se Deus não nos tivesse dado Seu Filho, tudo o que podíamos dizer era que Deus não nos amava. Nada poderíamos dizer além disso. Mas porque Deus verdadeiramente nos deu Seu Filho e pôs nossos pecados sobre Ele a fim de que pudéssemos ser redimidos de nossos pecados, Deus nada pode fazer senão perdoar nossos pecados quando nos achegamos a Ele por meio do sangue do Senhor Jesus e mediante Sua obra. Aleluia! Deus tem de perdoar nossos pecados! Você percebe que Deus é obrigado a nos perdoar? Se vai a Deus por intermédio de Jesus Cristo, Deus é obrigado a perdoar seus pecados. Foi amor que levou Seu Filho à cruz, mas foi justiça o que levou Deus a nos perdoar.
João 3:16 diz: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito”. Por amor, Deus nos deu Seu Filho Unigênito. Mas em 1 João 1:9 é dito: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. A obra da cruz foi cumprida para nós mediante o amor de Deus. Mas hoje quando vamos a Deus por meio da obra consumada de Jesus Cristo, Deus tem de nos perdoar baseado em Sua fidelidade e justiça.
Assim, se o Senhor Jesus não tivesse vindo, Deus estaria desobrigado de nos salvar. Mas agora que o Senhor Jesus foi morto, mesmo que Deus não tivesse prazer em salvar-nos, rigorosamente falando, Ele ainda teria de fazê-lo. Se Ele recebesse o dinheiro poderia recusar-se a devolver a nota promissória? Deus não pode ser injusto, porque se for injusto, Ele próprio se torna um pecador. Por isso, Deus é obrigado a perdoar a todos os que vêm a Ele por meio do sangue do Senhor Jesus. Aleluia! Deus não pode recusar-se a perdoá-los. Quero gritar que isso é o evangelho! Uma vez que Deus nos deu Seu Filho, Ele se comprometeu. Você pensa que podemos restituir a Deus agora? Hoje, por meio do Senhor Jesus, não apenas podemos pagar a Deus, mas temos mais do que precisamos para pagá-Lo. Temos um excedente; pois onde o pecado é abundante, a graça é superabundante. O pecado é abundante. Mas a graça no Filho de Deus é mais abundante, até mesmo superabundante. Por essa razão é que unicamente por meio do Senhor Jesus podemos ser salvos.
Cada um deve admitir que não há nada injusto com Deus quando vamos a Ele por meio do Senhor Jesus e quando Ele nos dá vida e perdoa nossos pecados. O nosso coração nunca pode dizer que Deus, ao perdoar nossos pecados, salvou-nos ilicitamente quando deixou impunes nossos pecados, tolerando e justificando aos que crêem em Jesus. Nunca podemos dizer que Deus lidou irresponsavelmente com nossos pecados. Pelo contrário, devemos dizer que Deus nos salvou do modo mais justo. Nossa salvação é uma salvação adequada e íntegra. Os nossos pecados foram julgados; portanto, fomos salvos. Ninguém pode dizer que Deus nos salvou adotando procedimentos injustos. Antes, devemos dizer que Deus nos salvou pelos mais justos procedimentos.
A JUSTIÇA DE Deus MANIFESTADA À PARTE Da LEI
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Agora vamos voltar a Romanos 3. Os versículos 19 a 26 são uma passagem bastante difícil na Bíblia. Mas após termos visto sobre a justiça de Deus e a justiça que o Senhor Jesus cumpriu, Romanos 3:19-26 é maravilhoso. O versículo 19 diz: “Ora, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz, para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus”. Por que Deus deu a lei ao homem? Ela foi dada para que o homem nada tivesse a dizer diante de Deus, para que toda boca pudesse ser fechada. Deus quer mostrar ao homem que todos são pecadores e que todos pecaram. Não há um que seja bom. O versículo 20 diz: “Visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado”. O propósito final e máximo da lei de Deus foi mostrar ao homem que ele é um pecador. O propósito da lei não foi para que o homem fosse salvo por meio dela. A lei tem um tom totalmente condenatório.
A lei diz que o homem deveria ser condenado, deveria morrer e deveria perecer.
Se a questão parasse aqui, não haveria evangelho e tudo estaria terminado. Mas a questão não pára aqui. O homem não pode viver pela lei, mas Deus tem outros meios. Se você não puder devolver o dinheiro, Deus tem outras maneiras para devolvê-lo por você. As duas primeiras palavras no versículo 21 são maravilhosas; elas demonstram uma grande virada nessa questão: “Mas agora”. Graças ao Senhor porque há essa virada! “Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus”. A justiça de Deus foi originalmente manifestada na lei. Mas se esse fosse o caso agora, estaríamos condenados. Que significa dizer que a justiça de Deus foi manifestada na lei? Significa que tudo o que você devia a Deus, você tinha de pagar. Se pecasse, você tinha de perecer. Se transgredisse, você deveria ir para a perdição. Assim, a lei deveria manifestar a justiça de Deus. Punir os pecadores seria a atitude mais justa que Deus deveria ter. Mas, graças ao Senhor, a justiça de Deus não é mais manifestada na lei. Se Sua justiça fosse manifestada na lei, Deus teria de julgar os pecadores. Mas a justiça de Deus se manifesta sem lei, e sendo assim, o julgamento recai sobre o próprio Deus. O final do versículo 21 diz: “Testemunhada pela lei e pelos profetas”. Mesmo os profetas no Antigo Testamento, incluindo Davi e todos os outros profetas, testificaram a mesma coisa.
Como a justiça de Deus é manifestada? O versículo 22 diz: “Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que creem; porque não há distinção”. Mas já que todos pecaram e carecem da glória de Deus (v. 23), como podemos obter a graça de Deus? Os versículos 24 e 25 dizem que somos “justificados gratuitamente (...) mediante a redenção que há em Cristo Jesus; a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação”. Deus enviou Jesus para redimir-nos de nossos pecados e O propôs como propiciação. Creio que todos nós sabemos o que é o propiciatório. O propiciatório é a tampa da arca no tabernáculo do Antigo Testamento; foi o lugar onde Deus concedeu graça ao homem. Todo lugar na terra é manchado pelo pecado. Mas esse lugar, e somente esse lugar, é sem pecado. Agora Jesus tornou-se o propiciatório. Como Ele se tornou tal lugar? Por meio de Seu sangue como garantia. Deus propôs Jesus como o propiciatório e, agora, pelo sangue de Jesus, posso achegar-me a Deus por fé. Deus não pode fazer outra coisa senão derramar graça sobre mim. Somente após Deus ter feito isso, posso dizer que Sua tolerância e Seu deixar os pecados impunes no Antigo Testamento foram justos; e somente após Deus ter feito isso, posso dizer que o fato de justificar os que crêem em Jesus no Novo Testamento também é justo. Somos salvos hoje não porque Deus encobriu nossos pecados, mas porque Deus tratou com nossos pecados. Diante de Deus, não somos devedores perdoados, mas devedores quitados que estão perdoados.
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Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus. Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê."
Romanos 10:3,4

A maioria das pessoas hoje é ignorante; primeiro quanto à justiça de Deus e depois quanto ao fato de que o Senhor Jesus cumpriu a justiça de Deus. As pessoas não sabem que a justiça de Deus é manifestada sem lei. Elas ainda tentam exercer justiça diante de Deus. Elas são como o homem que deve dez mil talentos. Não há absolutamente como pagar o débito. O homem ainda tenta economizar alguns centavos descendo do bonde uma parada antes, esperando assim economizar para pagar sua dívida. Ele ainda está calculando, esperando economizar um pouco aqui ou ali, fazer isto ou aquilo, a fim de conseguir um pouco de dinheiro para pagar a dívida. Ele ainda quer dizer ao seu credor que embora deva dez mil talentos, tem alguns centavos consigo. Ele não percebe que a soma total já foi enviada à sua casa.
O homem não tem ideia do que Deus realizou por intermédio de Seu Filho. Por isso, o apóstolo Paulo nos diz qual atitude o homem deve tomar. Com respeito à justiça de Deus, precisamos atentar para duas passagens na Bíblia. A primeira passagem está em Romanos 10. Os versículos 3 e 4 dizem: “Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus. Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê”. Eu amo estes dois versículos. Quando lemos tais versículos relacionados com o evangelho, nosso coração deve animar-se. Esses versículos dizem que os judeus não sabiam que a justiça de Deus tinha sido firmada; eles ainda estavam procurando estabelecer sua própria justiça. Eles faziam o máximo que podiam para ser bons, para trocar suas obras pela salvação e para trocar sua justiça pela vida e tudo o que Deus lhes tem dado. Mas Paulo disse que todos os que procuram estabelecer a sua própria justiça não se sujeitam à justiça de Deus. Não se sujeitar à justiça de Deus é não se sujeitar à obra que Deus cumpriu em Seu Filho Jesus. A justiça de Deus é consumada em Seu Filho Jesus. A cruz de Jesus é tanto uma manifestação do amor de Deus como o cumprimento da justiça de Deus. Na cruz de Jesus, a justiça de Deus foi cumprida. Se algum homem quiser estabelecer sua justiça hoje, ele estará negando a suficiência da obra do Senhor na cruz. Nunca pense que podemos acrescentar algo à obra que o Senhor Jesus cumpriu. Nunca pense que podemos ajudá-la ou remendá-la um pouco. Todos os que buscam estabelecer sua própria justiça não se sujeitam à justiça de Deus. Se alguém envia uma soma de dinheiro à minha casa para pagar um empréstimo que me fez e ainda tento economizar alguns trocados para saldá-lo, eu realmente estou desprezando o que ele me deu. Todos os que buscam estabelecer sua própria justiça estão blasfemando contra Deus.
Por que “o fim da lei é Cristo”? O fato de Cristo ser o fim da lei significa que Cristo inclui tudo o que a lei tem. Em outras palavras, Deus não lhe deu somente dez mil talentos; todo o dinheiro do mundo foi dado a você. Como pode você economizar uns poucos trocados? O fim da lei é Cristo. Como achará outra justiça maior? Se um homem é muito grande e ocupa toda a cadeira, será que você pode apertar-se com ele na mesma cadeira? O fim da lei é Cristo. Como você vai estabelecer sua justiça? Louvamos ao Senhor porque Ele nos deu o melhor! Gostaria de dizer uma palavra forte numa maneira mais reverente: Deus “esgotou” Sua onipotência em Seu Filho Jesus. O fim da lei é Cristo. Todo o que crer Nele deve receber justiça. Os que crêem em Jesus são obrigados a receber. Não há possibilidade de não receberem. Eu gosto dessa idéia. É impossível não sermos salvos. Deus nos deu Seu Filho, o qual não apenas possui o pouco que você necessita, mas possui todas as coisas. Deus nunca pode desamparar-nos, os que cremos em Seu Filho. Deus não tem como nos rejeitar. Todos os que vão a Deus por meio do Filho devem receber justiça. Não há o que discutir; a garantia é certa.

A Justiça da Salvação

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Uma coisa que devemos saber é que antes de o Senhor Jesus morrer, seria injusto Deus perdoar nossos pecados, mas depois da Sua morte seria igualmente injusto Deus não perdoar nossos pecados. Sem a morte do Senhor Jesus, o perdão de Deus seria injustiça de Sua parte; Ele nunca poderia fazê-lo. Com a morte do Senhor Jesus, Ele continuaria igualmente injusto se não quisesse perdoar. Por favor, lembre-se, uma redenção sem sangue é injusta. Por outro lado, quando alguém tem o sangue e lhe é negada a salvação, isso também é injusto.
Uma vez, fui com um irmão a Quiuquiam. Enquanto estávamos viajando no barco e partilhando a Palavra com outros, comecei a falar com uma pessoa sobre nossa fé. Ao mesmo tempo, nosso irmão falava com outra pessoa, que era muçulmana. Durante a conversa, nosso irmão perguntou ao homem se ele tinha algum pecado. O homem tentou dizer-lhe quão bom é o islamismo e quão grande foi Maomé. Mas nosso irmão disse: “Não estou lhe perguntando sobre essas coisas. Minha pergunta é esta: „Você tem algum pecado?‟ Ele confessou que sim. Nosso irmão então lhe perguntou: “Então, que vai fazer sobre isso? Há algum modo de você ser perdoado?” O homem respondeu que se ele quisesse ser perdoado, tinha de sentir remorso no coração e fazer o bem, e fazer isto e aquilo e muitas outras coisas. Depois que o homem relacionou todas as coisas que deveria fazer, nosso irmão disse: “Este é exatamente o ponto da controvérsia. Você disse que quando alguém peca, o remorso pode trazer-lhe o perdão. Mas eu digo que quando alguém peca deve haver punição. Sem punição, não pode haver perdão. Você acha que um sentimento de remorso trará perdão a alguém. Mas digo que o perdão somente vem pelo julgamento. Se eu pecar nesta cidade e fugir para um país distante, posso ter remorso lá e praticar muita caridade. Posso ser um bom homem lá. Mas nada disso removerá meu pecado. Seu Deus é um Deus que perdoa sem julgamento. Mas meu Deus é um Deus que perdoa somente após julgar”. O muçulmano então perguntou: “Então, como você pode ser perdoado?” “É por isso que”, disse nosso irmão, “você precisa crer em Jesus. Somente crendo em Jesus você será perdoado. Seus pecados foram julgados no Senhor Jesus e quando crer Nele, você será perdoado”. Aqui está a justiça de Deus. Hoje os homens consideram se Deus é amor ou não. Eles não percebem que Deus não é apenas amor, mas Ele também é justo. Não é que Deus queira somente perdoar os pecados do homem. Ele tem de perdoá-los de maneira que não conflitem com Sua natureza e Sua justiça. É isso que os homens não vêem.




As Aplicações da Justiça de Deus

 

Devemos agora perguntar: como a justiça de Deus é aplicada a nós? A justiça de Deus é aplicada a nós de duas formas. A justiça de Deus pode primeiro ser aplicada dando paz ao nosso coração. Os sentimentos são indignos de confiança; por isso, podemos não confiar nos sentimentos de Deus. O amor é igualmente indigno de confiança. Se o amor de alguém mudar, ninguém pode culpá-lo ou culpá-la por isso. Mas podemos valer-nos da justiça e fazer reclamações baseados na justiça. Se Deus somente
nos ama, Ele pode poupar-nos do julgamento dos pecados ou pode deixar-nos facilmente, se for algo que Ele consiga fazer. Mas como será se um dia Deus não estiver mais satisfeito conosco e não quiser continuar conosco? Se Deus não nos amasse mais e se tornasse bravo e insatisfeito conosco, nós sofreríamos. Sob tais circunstâncias, não poderíamos ter qualquer segurança a respeito de Deus e nosso coração nunca estaria em paz. Mas agora que Deus nos deu Sua justiça, estamos em paz, pois sabemos que nossos pecados foram julgados na pessoa de Cristo. Assim, podemos ter uma consciência ousada e uma segurança definitiva quando nos achegamos a Deus, e nosso coração pode ter paz. A paz não pode ser obtida pelo amor; a paz somente pode ser obtida por meio da justiça. Embora, em realidade, o amor de Deus seja confiável, do ponto de vista humano, ele não é tão confiável quanto a justiça de Deus. Logo que uma pessoa começa a crer em Deus, ela deve aprender a confiar mais em Sua justiça do que em Seu amor. Mais tarde, enquanto progride, ela deve aprender a confiar mais no amor de Deus do que em Sua justiça. Tal confiança pertence a um estágio avançado da vida cristã. Essa é a vida de pessoas como Madame Guyon. Mas, no começo, devemos tomar a justiça como a base de nossa fé. Sem justiça, a fé não tem base. Graças a Deus que nossos pecados foram perdoados. Agradecemos-Lhe porque Ele nunca mais nos julgará. Como o hino diz:
Não cobra duas vezes Deus: Primeiro de Seu Filho e Depois então de mim. Nosso coração está tranqüilo, pois nossos pecados foram julgados.
A justiça de Deus tem outra aplicação: Ela nos leva a perceber a repugnante natureza do pecado. A fim de preservar Sua justiça, Deus se dispôs até mesmo a sacrificar Seu Filho na cruz. Deus preferiu antes sacrificar Seu Filho à Sua justiça, Sua verdade e Sua lei. Deus não faria algo que fosse contrário à Sua natureza. Assim, podemos ver quão repugnante é o pecado. Se Deus não pode ser indiferente ao pecado e prefere antes julgar Seu Filho para tratar com o pecado, também não podemos ser indiferentes em relação ao pecado. Aos olhos de Deus, Seu Filho pode ser sacrificado, mas o pecado não pode deixar de ser tratado. Todo o que crê no Senhor Jesus deve ver então que nenhum pecado pode ser ignorado. A atitude de Deus em relação ao pecado é muito rígida. Agora todos os nossos pecados estão perdoados. O Senhor Jesus morreu, fomos perdoados, e todas as coisas estão resolvidas. Neste ponto, gostaria de fazer mais uma ilustração. Um dia, eu estava no Parque Hsiao-feng lendo minha Bíblia. De repente, o céu escureceu e houve um trovão. Parecia que ia chover imediatamente. Fechei a Bíblia rapidamente e corri até uma pequena casa atrás do parque. Mas pouco depois a chuva ainda não havia chegado e, então, fui para casa apressadamente. A caminho de casa, o céu ainda estava bem escuro; trovejava e as nuvens estavam muito carregadas. Ainda assim a chuva não caiu. Nenhuma gota caiu sobre mim em todo o caminho para casa. Em outra ocasião, algum tempo mais tarde, fui de novo ao mesmo parque para ler. Dessa vez, também o céu escureceu como da vez anterior. Começou a trovejar novamente e as nuvens estavam pesadas e densas. Então, considerei minha experiência anterior, fiquei calmo e caminhei lentamente. Mas infelizmente, dessa vez, a chuva veio e me molhei. Não tive escolha a não ser correr para a pequena casa outra vez. Quando cheguei na casa, a chuva desabou. Não sabia quão forte a chuva seria. Mas, finalmente, o céu clareou, as nuvens se dispersaram, cessaram os trovões e voltei para casa. Dessa vez, assim como na anterior, não caiu uma gota de chuva enquanto voltava para casa. Mas deixe-me fazer-lhe uma pergunta: Em qual ocasião meu coração teve mais paz? Em ambas as ocasiões a chuva não caiu sobre mim quando eu voltava para casa. Mas em qual das vezes tive mais paz? Foi da primeira ou da segunda vez? Embora na primeira vez não tenha chovido a caminho de casa, não sabia quando a chuva viria; em decorrência disso, meu coração ficou de sobreaviso. Na segunda ocasião, também não houve chuva a caminho de casa, mas meu coração estava em paz, porque a chuva já tinha passado e o céu estava claro. Muitas pessoas esperam que a graça de Deus encubra seus pecados. Elas são como eu em minha primeira volta ao lar. Embora não haja chuva, a escuridão ainda se mantém, troveja e as nuvens são densas. Seu coração ainda fica ansioso. Elas não sabem o que lhes acontecerá. Mas graças ao Senhor, pois a salvação que recebemos é algo que já “passou pela chuva”. É uma salvação que “passou pelo trovão”. Nossa “chuva” já foi derramada no Calvário, e nosso “trovão” já aconteceu no Calvário. Agora, tudo passou. Regozijamo-nos não somente porque nossos pecados foram perdoados, mas porque eles foram perdoados após terem sido tratados. Eles não foram encobertos. Deus tratou com o problema dos nossos pecados. A ressurreição de Seu Filho tornou-se a evidência dessa obra. Hoje é dia de graça. Mas devemos lembrar-nos de que a graça reina pela justiça (Rm 5:21). A graça não pode vir diretamente; ela deve vir pela justiça. A graça de Deus não vem a nós diretamente. Ela vem a nós pelo Calvário. Hoje, alguns dizem que se Deus
nos ama, Ele pode perdoar-nos sem julgamento. Isso seria a graça reinando sem justiça. Mas a graça está reinando pela justiça. A graça precisa da justiça do Calvário antes de poder reinar. Hoje, nosso receber da graça está unicamente baseado na justiça de Deus. Nossos pecados são perdoados após terem sido tratados. Quando vemos a cruz, é correto dizer que ela é a justiça de Deus. É também certo dizer que ela é a graça de Deus. A cruz significa a justiça de Deus e ela também significa a graça de Deus. Para Deus, a cruz é justiça; para nós, ela é graça. Hoje quando vemos a cruz, nosso coração descansa, pois sabemos que a graça que recebemos foi recebida mediante a maneira justa de Deus. Sabemos que a nossa salvação é clara, completa, adequada e justa. Nossa salvação não vem mediante contrabando ou fraude. Pelo contrário, ela vem pelo julgamento sobre o pecado. Louvado seja o Senhor! A cruz resolveu o problema do pecado e a ressurreição confirmou que a solução é de fato verdadeira.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

                                         COMO NOS DIAS DE NOÉ:

 

Alertamos para a gravidade e importância do ESTUDO abaixo, pois alicerçado na SAGRADA ESCRITURA. Devemos não apenas lê-lo, mas sim meditá-lo com muita profundidade, para não sermos vitimados em breves anos. Esta armação em andamento - manifestações de Ets mundo afora - não passa de demônios travestidos e disfarçados em extraterrestres. Na verdade, eles são seres espirituais das profundezas do inferno.

O RETORNO DOS NEFILINS!


São alienígenas e abduções alienígenas o que a Bíblia trata? Quem ou o que são os “Nefilim” no livro de Gênesis? Eles ainda estão aqui? UFOs são reais? O que significa a frase “como nos dias de Noé”? Será que esses Nefilim desempenharão um papel de engano em massa no fim dos tempos?
Junte-se ao Apocalink e exploraremos este assunto controverso, e daremos um contexto bíblico para o fascínio moderno de aliens e UFOs.
A origem
Um dos pontos importantes que Jesus fez a respeito de Seu segundo retorno, foi que esta ÉPOCA terá uma semelhança com os dias de Noé.
”E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem”. (Mateus 24:37)
O ano é 2.348 a.C., época do dilúvio de Noé. O capítulo 6 de Gênesis nos dá uma revelação surpreendente.
Como se foram multiplicando os homens na Terra, e lhes nasceram filhas, vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram…
Ora, naquele tempo havia gigantes (Nephilim) na Terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram heróis, homens de renome, na antiguidade. (Gênesis 6:1, 2, 4)
Somos informados de que os “filhos de Deus” viram as filhas dos homens e as tomaram por esposas. Quem são esses “filhos de Deus” e de onde vieram? Nossa primeira tarefa é coletar toda informação sobre esses indivíduos e permitir que os dados recolhidos determinem nossas conclusões.
O termo “filhos de Deus” ocorre oito vezes no Antigo Testamento. Examinemos algumas dessas ocorrências. A que se segue é extraída de um debate entre Iahweh (Deus) e Jó.
Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da Terra? Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel?
Sobre que estão fundadas as suas bases ou quem lhe assentou a pedra angular, quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus? (Jó 38:4-7)
Nesse debate entre Iahweh e Jó há uma referência óbvia ao tempo da criação do mundo. Nesse contexto, “Filhos de Deus” refere-se ao que chamamos anjos, que são seres espirituais criados. E sempre que a expressão ocorre no Antigo Testamento, o significado é esse.
Fazendo dos ventos os teus mensageiros, das chamas de fogo os teus ministros. (Salmo 104:4)
Isso também é válido para o Novo Testamento:
Ora, a qual dos anjos jamais disse: “Senta-te à minha direita…” Não são todos eles espíritos servidores… (Hebreus 1:13,14)
No Livro de Daniel, capítulo 3:24, 25, lemos que três homens foram lançados em uma fornalha ardente pelo rei Nabucodonosor que então …
“ … se levantou depressa, e disse aos seus conselheiros: “Não lançamos nós três homens atados dentro do fogo? Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam dentro do fogo… e o aspecto do quarto é semelhante a um filho de Deus.””
Nabucodonosor prossegue falando:
“Bendito seja o Deus de Sidraque, Misaque e Abedenego, que enviou o Seu anjo e livrou os Seus servos que confiaram nele…” (Daniel 3:28)
Do que foi dito acima, fica claro que o ser que acompanhava os três homens no fogo, e que foi chamado filho de Deus, no versículo seguinte é chamado “anjo”.
Nesta citação seguinte do Livro de Jó observamos uma reunião distante de seres celestiais:
“Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles.” (Jó 1:6)
No texto hebraico, a palavra anjo é malak. No grego, é aggelos. Mas, a meu ver, uma tradução mais exata dessas palavras hebraica e grega é emissário ou mensageiro. A palavra anjo ocorre mais de 300 vezes no An-tigo e no Novo Testamento. Em todos esses locais, a palavra emissário ou mensageiro seria uma tradução melhor, visto que a palavra anjo confundiu e distorceu nossa compreensão. Ou seja, quando essa
palavra é empregada, nós imediatamente evocamos a imagem de um querubim nu com asas pequeninas e sem genitália flutuando no ar inocentemente, portando arco e flecha. Ou a imagem de um ser grande e glorioso com asas enormes que se projetam de algum lugar dentre suas escápulas e iluminadas por trás por um holofote!
Nada poderia estar mais longe da verdade. Mais à frente, neste trabalho, apresentarei uma avaliação mais detalhada desses mensageiros ou emissários. Mas para que não percamos o foco do que estamos discutindo no momento, é suficiente dizer que esses mensageiros sempre aparecem como homens. Comem, bebem e são confundidos com seres humanos comuns. Alguns são identificados por nome e também são chamados de homens. Portanto, têm a nossa aparência. Usam roupas e podem falar como nós. Mas voltemos ao tema do qual tratávamos. Em Gênesis 6:2 está escrito:
Vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram.
Nessa passagem, mais uma vez fica claro que há uma distinção entre as “filhas dos homens” de um lado, e os “filhos de Deus” do outro.
O que esse versículo está insinuando é que esses “filhos de Deus”, que foram seres sobrenaturais criados, tiveram relações sexuais com mulheres humanas comuns e geraram filhos. Mas não se tratava de uma prole comum.
Ora, naquele tempo havia gigantes (Nephilim) na Terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram heróis, homens de renome, na antiguidade. (Gênesis 6:4)
A palavra hebraica que significa gigantes nesse versículo é Nephilim, da raiz naphal, que significa cair. Portanto, os descendentes desses seres sobrenaturais com mulheres humanas são chamados gigantes ou Nephilim, que significa os caídos. Também os homens-espírito são chamados de Nephilim, pois eles caíram em desgraça, caíram do Céu e caíram na Terra.
No decorrer desta série investigaremos por que esses seres sobrenaturais ou mensageiros tornaram-se “caídos”. Mas para não nos desviarmos destes enigmas à nossa frente continuaremos com o estudo dos Nephilim e seu impacto na sociedade daquela época.
Nas passagens acima citadas, o leitor terá observado que essas investidas ocorreram em duas ocasiões, ou seja:
Naquele tempo havia gigantes (Nephilim) na Terra; e também depois.
“Naquele tempo” refere-se aos dias de Noé. A expressão “e também depois” diz-nos que esses Nephilim também estavam na Terra depois do Dilúvio.
Portanto, essas duas investidas de seres sobrenaturais caídos contra mulheres ocorreram antes do Dilúvio e novamente algum tempo depois.
Temos muita informação a respeito desses gigantes quando habitaram a Terra àquela época. Depois de examinarmos os sinais relativos a eles, voltaremos à investida anterior e discutiremos os indícios de como eles deixa-ram sua marca na civilização antiga àquela época.
Os anjos que pecaram
Há uma grande quantidade de revelações na Bíblia sobre os anjos. Eles podem aparecer em forma humana, eles falam com os homens, comeram a comida dos homens, são capazes de combate físico direto, alguns são as principais forças por trás das potências mundiais. Eles não se casam (no Céu), mas, aparentemente, são (ou eram) capazes de fazer muito mal.
Os estranhos acontecimentos de Gênesis capítulo 6 são também referidos no Novo Testamento. Pedro refere-se a eventos que precederam o dilúvio de Noé: “Porque, se Deus não poupou os anjos que pecaram, mas lançou-os no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo …” 2 Pedro 2:4
(Pedro usa o termo tártaro, Aqui traduzido como inferno. Este é um termo grego para “morada escura da aflição, o poço das trevas no mundo invisível.” Ilíada de Homero retrata como tártaro ”Como muito abaixo, hades é assim como a terra está abaixo do céu…”)
Além disso, em Judas, menciona-os: “E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, ele os tem reservado em prisões eternas na escuridão para o juízo do grande dia. Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades da mesma maneira, dando-se sobre a prostituição, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a vingança do fogo eterno. ” Judas 6,7.
A Escritura adverte contra interferências do mundo espiritual. O castigo dos anjos que pecaram enfatiza a gravidade da apostasia: seres de uma ordem mais elevada do que a nossa terem sidos arremessados em um lugar escuro de confinamento, onde permanecerão pela eternidade. Deus não mudou sua atitude para com eles; o tempo não atenuou a gravidade do seu pecado. Falsos mestres são pré-selecionados para a condenação.
A maioria das pessoas, incluindo estudantes sérios (e autodidatas) da Bíblia não têm conhecimento das circunstâncias peculiares que levaram ao Dilúvio de Noé. Isto tem sido amplamente mal compreendido durante séculos. Estas coisas estranhas e críticas nestes acontecimentos estão entre os assuntos mais controversos dentre os estudiosos.
Os motivos para o dilúvio
Foi a infusão desses seres estranhos na condição humana que trouxe o Dilúvio de Noé. O Dilúvio foi precedido por quatro gerações de profetas que avisaram sobre o julgamento vindouro: Henoc, Matusalém, Lameque, e Noé.
Parece que isso era parte do estratagema de Satanás para corromper a linha de Adão para evitar o cumprimento da redenção messiânica. Noé era aparentemente o único em sua genealogia que ainda estava incorrupto.
Os estranhos acontecimentos que levaram à inundação são também, em alusão a antigas mitologias. As lendas dos “titãs” gregos – em parte terrestres, em parte celestiais – abraçam essas mesmas memórias. (O titã grego é lingüisticamente ligado ao caldeu Sheitan, no hebraico Satan.)
Para examinar este período surpreendente da pré-história precisamos examinar os eventos precedentes como registrado em Gênesis, capítulo 6:
”Sucedeu que, quando os homens começaram a multiplicar-se sobre a terra, e lhes nasceram filhas, viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.”
“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus tiveram relações sexuais com as filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, eles foram os heróis do passado, homens famosos.” Gênesis 6:4
A passagem acima citada descreve as circunstâncias estranhas que levaram ao desastre cataclísmico do famoso dilúvio de Noé. O termo hebraico traduzido por “filhos de Deus” é Ha B’nai Elohim, um termo usado de forma consistente no Antigo Testamento para ”anjos”.
Quando a Torá no hebraico (que naturalmente inclui o livro de Gênesis) foi traduzida para o grego no século III antes de Cristo (dando-nos o que é conhecido como a tradução Septuaginta), esta expressão foi traduzida anjos.
O livro de Henoc (que é citado na Bíblia como referência) também claramente trata desses acontecimentos estranhos envolvendo anjos. Embora este livro não seja considerado uma parte do cânone “inspirado”, o livro de Enoque era respeitado por ambos os rabinos e por autoridades cristãs de cerca de 200 a.C. até cerca de 200 d.C. e é útil para autenticar o uso lexicológico e confirma as crenças aceitas daquele período.
O livro de Henoc afirma:
“E aconteceu depois que os filhos dos homens se multiplicaram naqueles dias, nasceram-lhe filhas, elegantes e belas.
E quando os anjos, os filhos dos céus, viram-nas, enamoraram-se delas, dizendo uns para os outros: Vinde, selecionemos para nós mesmos esposas da progênie dos homens, e geremos filhos. E elas (as mulheres) ficaram grávidas e deram à luz gigantes, e devoraram a humanidade. Cuja estatura era de trezentos cúbitos. Estes devoravam tudo o que o labor dos homens produzia e tornou-se impossível alimentá-los;
Então eles voltaram-se contra os homens, a fim de devorá-los;
E começaram a ferir pássaros, animais, répteis e peixes, para comer sua carne, um depois do outro, e para beber seu sangue.” (Enoque 6: 1-2, 7:1-6)
A passagem bíblica do Gênesis refere-se a seres sobrenaturais invadindo o planeta Terra e ”pegando” “as filhas dos homens”= “Benote Adam,” em hebraico, literalmente “as filhas de Adão” referente aos descendentes naturais femininos da humanidade. Estes pecadores, aparentemente sobrenaturais, acasalaram-se com as mulheres humanas e produziram descendentes, sobre-humanos!
O termo traduzido “Gigante” vem a partir da palavra hebraica “Nefilim”, e significa literalmente “Os caídos” (Do verbo nephal, Para cair) Na tradução da Septuaginta, o termo usado foi “gigantes” ou nascidos da terra. Eles também são chamados “Hag Bibborim” que significa os poderosos, ou herói, ou homens-chefe.” Antes de prosseguir, um esclarecimento teológico extremamente importante deve ser feito…
Jesus afirmou:
“Porque na ressurreição nem se casam nem se dão em casamento, mas são como anjos de Deus no céu.” (Mt 22:30-31, Marcos 12:25)
O que algumas pessoas não entendem, nem querem realmente tratar, é a forma como os anjos caídos que deixaram sua morada no céu poderiam ter relações sexuais com as filhas de Eva (Judas 6-7)
É muito simples quando você entende que o apóstolo Paulo escreveu que os anjos têm o poder de mudar a sua forma, e até mesmo aparecer como um anjo de luz (2 Coríntios 11:14) anjos caídos têm a capacidade de transformar e mudar o seu tamanho de acordo como quiserem, são transmorfos.
Eles possuem a habilidade de transformar a energia em matéria! Isso pode ser visto em Êxodo quando os feiticeiros de Faraó transformaram suas varas em serpentes. (Ex 7:11-13) “Mas Faraó também chamou os sábios e os feiticeiros, assim os magos do Egito, Eles também fizeram o mesmo com os seus encantamentos. Cada homem jogou a sua vara, e elas se TRANSFORMARAM em serpentes. Mas a vara de Arão tragou as varas deles. E o coração de Faraó se endureceu, e ele não prestou atenção deles, como o Senhor tinha dito.”
O que torna todo este assunto ainda mais surpreendente é que todas as grandes civilizações, com seus mitos e lendas traçam na sua compreensão da história uma volta ao tempo em que os deuses tinham relações sexuais com as filhas dos homens produzindo uma prole gigantesca que se tornaram figuras lendárias da história! Os semideuses gregos, ao longo da mitologia grega, encontra-se em relações entre deuses e mulheres, que renderam semideuses, meio homem e Titãs, ou heróis que foram parte terrestres e em parte celestiais. Sendo que Hércules é um bom exemplo disto.
A Linhagem de Seth
À luz da análise histórica dos Nefilins, muitos estudiosos eram capazes de manter uma visão diferente da conjeturada “linhagem de Seth” . Muitos estudantes da Bíblia foram ensinados que Gênesis 6 refere-se a uma falha em manter a linha de fiéis de Seth separada da linha mundana de Caim.
Esta ideia é avançada, que após Caim matar Abel, a linha de Seth manteve-se fiel, enquanto a linhagem de Caim tornou-se descrente e rebelde. Os ”filhos de Deus” são considerados referindo-se à linha de Seth, “as filhas dos homens” para a linha de Caim, e os casamentos resultaram na turva separação entre eles. (Por que a prole resultante é chamada de Nephilim, ainda está sem qualquer propósito claro).
A igreja primitiva viam os B’nai Elohim como os anjos até o final do século IV: Justino, Atenágoras, Cipriano, Eusébio, etc e tal. (Também Josephus, Philo, Judeaus, e a relação Apochrypha neste ponto de vista).
Celso e Juliano, o Apóstata exploraram mais velha crença comum de atacar o cristianismo. Cirilo de Alexandria, em sua resposta, repudiou a posição ortodoxa. Julius Africanus (um contemporâneo de Orígenes) introduziu a teoria de que os “filhos de Deus” simplesmente se refere à linha genealógica de Seth, que estava empenhada em preservar a verdadeira adoração de Deus.
Aparentemente mais atraente, a “teoria setista” prevaleceu na Igreja Medieval, e muitos ainda sustentam essa visão.
Essa visão, entretanto, tem vários problemas sérios. Não há nenhuma indicação de que o setistas foram distinguidos pela piedade, pois eles não foram isentos da taxa de maldade geral que trouxe o dilúvio. Na verdade, filho de Seth, Enos foi quem introduziu a apostasia neste mundo. Isto é mascarada por uma má tradução de Gênesis 4:25, que devemos ler: “… Então os homens começaram a profanar o nome do Senhor “.
Além disso, quando os fiéis se casaram com os infiéis, eles não deram o nascimento à prole não natural! E as “filhas dos homens” não foram diferenciadas. Todos foram destruídos.
(Aliás, os Nephilins não foram completamente exterminados com o dilúvio. Gênesis 6:4 menciona “,… E também depois …“Nós encontramos os filhos de Anaque, o Anakim, Mais tarde, no Antigo Testamento.)
Não existe precedente biológico de que a relação entre um crente, um homem de deus e um ímpio resulte em um filho de 3 metros!
Os filhos de Seth e as filhas de Caim têm uma interpretação obscurecida na antítese gramatical entre os filhos de Deus e as filhas de Adão. A tentativa de IMPOR esse ponto de vista ao texto irá contra os séculos de entendimento do texto hebraico entre os estudiosos rabínicos.
Além disso, o termo “filhas de Adão” não denota uma restrição à linhagem de Caim, indica que muitos dos descendentes de Adão parecem ter sido envolvidos. Na verdade, essas “filhas” são as mesmas mencionadas anteriormente na mesma frase! Os filhos de Adão eram inocentes? Por que não foram poupados do DILÚVIO?
Direto ao ponto: a procriação por pais de diferentes pontos de vista religiosos, não produz descendência natural de super heróis. Se Crentes se casam com incrédulos podem produzir “monstros”, mas dificilmente sobre-humanos, crianças não naturais! A antítese lexicológica claramente pretende estabelecer um contraste entre os “anjos” e a mulher da terra (Natural).
Agora, chegamos à linha de fundo, pronto para fazer o cruzamento em direção ao gol:
Satanás e seus anjos caídos procuraram corromper linhagem (genes) da raça humana. Era sua intenção evitar sua condenação e destruição, tentando impedir o Salvador prometido ao mundo, que no futuro iria nascer (Gênesis 3:15). Não se esqueçam do acontecimento do Espírito de Deus se unir a uma mulher da terra (Maria) gerou um super humano (divino) (Jesus). Satanás quis contaminar o dna humano para que através dele não nascesse Jesus, assim ele não seria julgado e jogado ao inferno!
Satanás foi tão bem sucedido em corromper a linhagem humana que apenas oito almas tiveram sucesso em sobreviver. Gênesis 6:8-13 declara que Noé era um homem justo que foi perfeito em sua geração, ou seja, Noé e sua família foram os descendentes apenas de Adão e Eva que não tiveram suas linhagens poluídas pelos anjos caídos.
Para ser franco, houve um problema genético! Satanás e seus anjos caídos tinham sexualmente corrompido todos aqueles destruídos no dilúvio, exceto Noé e sua família e os animais escolhidos a dedo que Deus trouxe para a arca!
Jesus deixou bem claro que durante os últimos dias, ou o tempo de Sua segunda vinda, os dias imitariam os dias de Noé. O diabo e seus anjos caídos e os espíritos imundos, juntamente com os seus homólogos humanos (ILLUMINATI) dispostos agora estão usando a engenharia genética e abduções alienígenas (POSSESSÕES DEMONÍACAS) para reproduzirem um híbrido humano (ANTICRISTO) como foi nos dias de Noé. Como exemplo de abduções alienígenas nos dias atuais:
A famosa “abdução” de Bettye Barney Hill , em 1961, é um caso clássico de experimentação humana. Os Hills foram levados para quartos separados durante este exame. Esses “testes” eram procedimentos tanto físico como mental. Como parte destes testes, amostras de pele, cabelo e unhas foram tomadas do casal. Betty teve uma longa agulha inserida no seu umbigo, e foi dito a ela que era um teste de gravidez. Sob coação, Barney falou que dele foi recolhida uma amostra de sêmen.
Há relatos de bebês que estão sendo tirados do ventre de suas mães e que são relatos comuns nestes sequestros (abduções). Alguns têm testemunhado que viram seu próprio filho a bordo de naves espaciais.
Estamos testemunhando o que Jesus falou claramente sobre o que acontecerá durante os últimos dias? Eu realmente acredito que um engano cósmico está prestes a se desenrolar. O apóstolo Paulo advertiu a Igreja com sinceridade em Tessalônica:
”Não deixem que ninguém vos engane de modo algum. Antes daquele dia virá a apostasia e, então, será revelado o homem do pecado, o filho da perdição.
“Este se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, a ponto de se assentar no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus.” (2 Ts 2:3-4)
A palavra caindo no grego é “apostasia” e significa abandonar, um abandono da verdade (apostasia). Estou preocupado que uma vez que esses OVNIs e seus ocupantes estejam se revelando intensamente em todo o mundo, as tvs e os filmes de propaganda massiva levam ao público este condicionamento, o que vai iniciar uma mudança de paradigma na espiritualidade de todos, fazendo com que não sigamos o Evangelho de Jesus Cristo, mas sim sigamos o “Evangelho segundo o ET!”
Todos estes envolvimentos com “aliens” são demoníacos e são apenas outro acontecimento precursor do fim dos tempos. Alguns também acreditam que o futuro líder mundial (para mais informações sobre o Líder Mundial consulte em nosso blog apocalink o estudo sobre o APOLION) poderá surgir de uma “conexão alienígena.” O que é muito consistente com o que podemos inferir a partir das Escrituras.
(O limitador, Restringidor (Ou aquele que “Resiste”, ou “RESISTÊNCIA” mundial do Espírito Santo, lá em II Tessalonicenses 2) pode ser muito mais restritivo do que podemos suspeitar! Quando ele for removido, o mundo todo terá algumas surpresinhas!
Nesse meio tempo, quais são as nossas armas de proteção contra tais coisas? O que devemos fazer, na verdade, é “lutar não contra a carne e o sangue, mas contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra os exércitos espirituais da maldade nos lugares celestiais.“
Nossa armadura está bem definida em Efésios 6:10-17.