quarta-feira, 11 de abril de 2012

Blogs e Colunistas
05/04/2012
 às 20:09

Quando “pau” é apenas uma metáfora! Ou: Será que Malafaia cometeu um crime?

Comecemos pelo lead, pela notícia do dia, porque o início dessa história está lá atrás, em junho do ano passado. Já conto. O Setorial LBGT (lésbica, gays, bissexuais e transgêneros) do PT divulgou nesta quinta uma nota de repúdio ao senador do partido Lindberg Farias (RJ). O que ele fez? Num discurso em plenário, solidarizou-se com o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, que está sendo acusado de homofobia pelo Ministério Público Federal. Mas o que fez, afinal de contas, o pastor? Então agora é preciso recuar a junho do ano passado.
O tema da marcha gay de 2011, em São Paulo, a maior do país, fazia uma óbvia provocação ao cristianismo: “Amai-vos uns aos outros”. Nem eles nem os cristãos são ingênuos, não é? O “amar”, no caso, assumia um conteúdo obviamente “homoafetivo”, como eles dizem. Como provocação pouca é bobagem, a organização do movimento espalhou na avenida 12 modelos masculinos, todos seminus, representando santos católicos em situações “homoeróticas”.
Tratava-se de uma agressão imbecil a um bem, destaque-se, protegido pela Constituição. Na época, escrevi:
“Sexualizar ícones de uma religião que cultiva um conjunto de valores contrários a essa forma de proselitismo é uma agressão gratuita, típica de quem se sente fortalecido o bastante para partir para o confronto. Colabora com a causa gay e para a eliminação dos preconceitos? É claro que não! (…) Você deixaria seu filho entregue a um professor que achasse São João Batista um, como posso dizer, “gato”? Que visse São Sebastião e  não resistisse a o apelo ‘erótico’ de um homem agonizante, sofrendo? O que quer essa gente, afinal? Direitos?”
Ah, sim: a proposta então, não sei se levada a efeito, era distribuir 100 mil camisinhas que trouxessem no invólucro a imagem dos “santos gays”. A hierarquia católica fez um muxoxo de protesto, mas nada além disso. Teve uma reação notavelmente covarde. O sindicalismo gay reivindique o que quiser! Precisa, para tanto, agredir a religião alheia? Embora, por óbvio, não seja católico, Malafaia reagiu em seu programa de televisão. Afirmou: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, sabe? Baixar o porrete em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha!” Ele acusou os promotores do evento de “ridicularizar os símbolos católicos”. Teve, em suma, a coragem que faltou à CNBB!
Pois é. O Ministério Público viu na sua fala incitamento à violência!!! Ah, tenham paciência, não é? O sindicalismo gay tem de distinguir um “pau” que fere de um “pau” metafórico — ou “porrete”. Alguém, por acaso, já viu católicos nas ruas, em hordas, a agredir pessoas? Isso não acontece em nenhum lugar do mundo! O contrário se dá todos os dias: o cristianismo, nas suas várias denominações, é a religião mais perseguida do mundo, especialmente na África e no Oriente Médio. E, no entanto, não se ouve um pio a respeito. A “cristofobia” é hoje uma realidade inconteste. A homofobia existe? Sim! Tem de ser coibida? Tem! Mas nem as vítimas desse tipo de preconceito têm o direito de ser “cristofóbicas”!
É evidente que “baixar o pau” ou “porrete”, na fala do pastor, acena para a necessidade de uma reação da religião agredida — legal, se for o caso. É uma metáfora comuníssima por aí afirmar que alguém decidiu pôr outrem “no pau”, isto é, processá-lo: “Fulano pôs a empresa no pau”, isto é, “entrou com um processo trabalhista”. Os cristãos, no Brasil, não agridem ninguém. Mas são, sim, molestados, a exemplo do que se viu há dias numa manifestação contra o aborto. Faziam seu protesto de modo pacífico, sem agredir ninguém, quando o ato foi invadido por um grupo de abortistas. Estes queriam o confronto, a agressão. Ganharam uma oração.
A ação contra Malafaia, na verdade, tem um alcance maior. Ele é um dos mais notórios críticos da tal lei que criminaliza a homofobia — e que, de fato, avança contra a liberdade de expressão e a liberdade religiosa. Os que cultivam os valores da democracia não precisam, no entanto, concordar com o que ele diz para reconhecer seu direito de deixar claro o que pensa.
Vejam como autoritarismo e hipocrisia se cruzam nesse caso. Os agressores — aqueles que levaram os “santos gays” para a avenida — se fazem de vitimas e, em nome da reparação a um suposto agravo, querem punir um de seus críticos. É um modo interessante de ver o mundo: os sindicalistas do movimento gay acham que, em nome da causa, tudo lhes é permitido. E aqueles que discordam? Ora, ou o silêncio ou a cadeia!
É assim que pretendem construir um mundo melhor e mais tolerante.
Por Reinaldo Azevedo




Escrevi na quinta-feira um post sobre um processo a meu ver absurdo que o Ministério Público move contra o pastor Silas Malafaia. Expliquei ali o contexto. Quando, em junho do ano passado, a passeata gay caracterizou 12 modelos como santos católicos e os levou à avenida para representar situações “homoafetivas”, Malafaia, em seu programa de TV, acusou a agressão à crença de milhões de pessoas e afirmou: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, sabe? Baixar o porrete em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha!” Explico naquele texto por que é absurda a afirmação de que se trata de incitamento à violência: 1) católicos, enquanto católicos, não agridem ninguém (ao contrário até: vivem sendo moralmente agredidos); 2) o pastor não é um líder daquela religião, por óbvio, e não teria como incitar aqueles que estão fora de seu campo de influência. Obviamente, falava de modo metafórico, opinava em favor de uma reação da Igreja — que, diga-se, ficou bem murchinha…
O post já tem mais de 700 comentários — e devo ter deixado de publicar outro tanto de pessoas que se manifestam com impressionante rancor. Ou, então, que deixam claro não saber como funciona a democracia. Olhem aqui: eu não dou bola para correntes da Internet, não! Zero! Não me intimido com trabalho organizado de lobbies. Penso o que penso. Se gostarem, bem; se não, a Internet conta com milhões de páginas pessoais. Por que ficar sofrendo na minha? Posso não pensar sobre a homossexualidade o que pensa Malafaia — embora, creio, façamos crítica muito parecida à tal lei que pune a homofobia: é autoritária, fere a liberdade religiosa e cria uma categorias de indivíduos acima da crítica.
Muito bem! E daí que eu não pense o mesmo? Devo silenciar diante de uma óbvia tentativa de calá-lo, ao arrepio, parece-me, da lei? Sim, a Justiça vai decidir, mas posso e devo dizer o que acho. Acho que estão recorrendo a uma óbvia linguagem metafórica com o propósito de se vingar de um notório crítico da dita Lei Anti-Homofobia. Entendo que estamos diante de um caso clássico de uso da lei para intimidar ou calar aquele que pensa de modo diferente.
Os grupos do sindicalismo gay fazem uma enorme pressão para que ele seja punido. Venham cá: que parte da cultura democrática essa gente não entendeu direito? Então eles podem pegar símbolos de uma denominação cristã, que têm valor para mais de um bilhão de pessoas, submetê-los a uma, como posso dizer?, “interpretação livre”, mudando ou mesmo invertendo seu sentido moral, mas um líder religioso deveria ser impedido de dizer o que pensa?
Calma lá! É a liberdade de expressão como um valor universal que permite hoje a essas ditas minorias, a esses grupos de pressão, falar, reivindicar etc. O que querem? Coibir a dita homofobia metendo na cadeia quem não comunga de seus valores? Já assisti, em vídeos na Internet, a algumas intervenções de Malafaia na TV. Em nenhuma delas incitava a violência — e duvido que o faça. Ninguém pode obrigá-lo a renunciar à sua fé e aos fundamentos de sua crença. Tampouco me parece decente que se recorra a  um truque para tentar condená-lo. Querem lhe atribuir o que não disse - e que, de fato, seria ilegal - para tentar puni-lo pelo que disse. E que nada tem de ilegal.
Isso, reitero, não quer dizer que eu concorde com ele sobre esse e outros temas. Aliás, ele é evangélico; eu sou católico. Isso significa… divergência!!! Mas não vou condescender com esses que se querem agora policiais do pensamento. Ora, de beneficiário da liberdade de expressão, o sindicalismo gay quer passar agora à condição de repressor, de censor? Não dá!
Também não vale o artifício de fazer eternamente o papel do oprimido para oprimir os outros. Estou entre aqueles que acreditam que há tantos gays hoje (percentualmente falando) como sempre houve.  Uma coisa, no entanto, é certa: a cultura gay nunca foi tão forte, e essa minoria nunca foi tão visível e influente. Virou, por exemplo, pauta obrigatória das novelas — ainda que o tratamento dispensado pelos autores varie bastante. Se notarem, são sempre personagens “do bem”. Uma malvadão gay seria “contra a causa”. Ignorando a letra explícita da Constituição, o STF reconheceu a união estável homossexual, o que praticamente garante os demais direitos — agora é só questão de ajuste da legislação infraconstitucional.
E tudo isso se deu sem uma lei para punir opiniões divergentes. A militância gay não conseguirá mudar na base do berro, da imposição e da perseguição jurídica o entendimento das igrejas a respeito do assunto. Recorrer a truques para punir desafetos, que estão amparados pela liberdade de pensamento e pela liberdade religiosa, é coisa de autoritários. O combate à homofobia não pode ser “catolicofóbico”, “evangelicofóbico”, “diferentofóbico”.
Afinal, qual é a pauta? Reivindicam direitos iguais ou direitos especiais, muito especialmente o de calar aqueles de que discordam?
Finalmente, lembro que as igrejas são pessoas jurídicas de direito privado. Isso, evidentemente, não dá a padres, pastores ou a quaisquer outros líderes religiosos o direito de cometer crimes — e entendo que não tenha havido isso no caso de Malafaia. Faço essa lembrança pensando num outro aspecto.
Líderes religiosos, ainda que possam e devam se posicionar sobre temas gerais da sociedade, sabem que falam principalmente para os fiéis de sua igreja. Daí que seja absolutamente ridículo querer impor às igrejas uma crença oficial ou um conjunto de valores definido em alguma outra esfera, que não a religiosa. Atenção! Isso vale até para a ciência. Uma igreja significa isto: um grupo de pessoas decidiu se reunir para cultivar determinados valores e cultuar aspectos do sagrado. Ponto!
Muito bem! Malafaia recorreu àquela metáfora, incorporada, convenham, à fala popular. Mas o que dizer de José Eduardo Dutra, o diretor da Petrobras que mandou um “enfia o dedo e rasga” para a oposição? A Petrobras não é uma igreja. A Petrobras tem uma dimensão pública. Este senhor foi nomeado pelo governo e está lá para atender aos interesses de todos os brasileiros: petistas e não petistas; cristãos, não-cristãos, ateus e agnósticos; corintianos e palmeirenses; botafoguenses e não-botafoguenses…
Sobre a fala de Dutra, até agora, curiosamente, o Ministério Público Federal não se manifestou.
Que regra está valendo? Seria aquela dos estados autoritários, que resumo assim: “Aos inimigos, nada, nem a lei; aos amigos tudo, menos a lei”?
Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 5 de abril de 2012


PORNOGRAFIA - QUANTO MAIS VOCÊ VÊ, MENOS ENCHERGA

  Na atualidade, em tudo existe pornografia e imoralidade, aliás, as Santas Escrituras relatam que no mundo jaz o maligno.
Quando falamos em pornografia, não nos referimos somente a filmes pornográficos, revistas etc, mas a pornografia e a imoralidade estão em palavras, músicas, atos e até mesmo em pensamentos.
A imoralidade, a prostituição, impureza e lascívia( sensualismo, eroticismo - Gálatas 5.19-), são os membros que formam a pornografia. A imoralidade está presente em músicas com letras profanas, festas movidas a álcool, sexo e drogas, e tudo isso leva à prostituição( e a prostituição leva à sepultura - Provérbios 7.27-) tornando-os impuros e, portanto, inaptos a entrada no Reino dos Céus.
Uma pessoa que diz ser cristã, mas é "viciada" em pornografia (tanto filmes como revistas e tudo quanto é imoral) não tem vontade própria, nem vida espiritual ativa; pois não consegue separar-se desse mal. A pornografia é como uma droga: Depois da primeira "olhada" fica difícil de se desfazer e separar-se desse pecado, que cada vez mais derrota e cega nosso lado espiritual, nos deixando casa vez mais frios.
Muitos jovens mantêm uma rotina regada pelo pecado, tendo como fonte a pornografia. Sabemos que errar é humano, porém Jesus Cristo passou 33 anos aqui na terra como ser humano, feito de carne, frágil, mas nunca caiu nas ciladas do inimigo. Ser humano não significa cair nas ciladas satânicas, mas errar, aprender com o erro e ajudar mais pessoas a não cairem na mesma cilada.
Muitos, por não terem conhecimento das escrituras e por falta de ocupação, acabam ocupando seu tempo praticando o que desagrada a Deus e entristeçe o Espírito Santo. 
A pornografia nos desperta  desejos impuros, os quais nos levam à ocupação de nossa mente com imoralidade( Devassidões, desonestidades, glutonarias -1Cor. 6.10; Gl. 5.21-), nos fazendo acreditar que aquilo é " o bom da vida".
Devemos ocupar nosso tempo livre para nos dedicarmos a Deus. Mat. 26. 41"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca"

Reino Unido Propõe Leis Que Permitam o Monitoramento de E-mails e Sites Visitados

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Temos visto nos últimos meses uma série de leis com o objetivo de monitorar e censurar a internet. O Reino Unido (também Oceania para os leitores de George Orwell) está dando um passo além, propondo leis que permitem o monitoramento de e-mails, telefonemas, mensagens de texto e até mesmo dos sites visitados em tempo real. Essas leis não são um projeto a longo prazo, eles devem ser trazidos "logo que o calendário parlamentar permitir". Como de costume, essas leis grandes são justificadas com causas nobres, tais como combate a "terroristas”, mas a realidade é que o direito à privacidade de toda a população está sendo revogada. Além disso, a definição de "terrorista" foi tão distorcida nos últimos anos que ela provavelmente irá acabar significando "alguém com uma opinião sobre algo" no futuro próximo. Aqui estão dois artigos da BBC (que sempre adoçam um pouco essas coisas) sobre as leis de acompanhamento previstos para a web.
E-mail e Uso da Web 'Serão Monitorados’ Sob as Novas Leis
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O governo será capaz de monitorar as chamadas, e-mails, textos e visitas de sites de todos no Reino Unido sob a nova legislação definida para ser anunciada em breve.
Empresas de Internet serão obrigadas a dar agência de inteligência acesso GCHQ às comunicações sob demanda, em tempo real.
O Ministério diz que o movimento é a chave para combater o crime e o terrorismo, mas os grupos de liberdades civis criticaram ele.
Tory MP David Davis chamou de "uma extensão desnecessária da capacidade do Estado para espionar as pessoas comuns".
As últimas tentativas do governo trabalhista para tomar medidas similares falharam após uma enorme oposição, inclusive do Partido Conservador.
‘Medida sem Precedentes’
A nova lei - que pode ser anunciada no discurso da rainha, em maio - não permitiria a GCHQ acessar o conteúdo de e-mails, chamadas ou mensagens sem um mandado.
Mas seria permitido que agentes de inteligência identificassem um indivíduo ou grupo que está em contato com quem, com que freqüência e por quanto tempo. Eles também seriam capazes de ver se alguém tinha visitado sites.
Em um comunicado, o Ministério disse que a ação era necessária para "manter a disponibilidade contínua dos dados de comunicações como a tecnologia muda".
"É vital que os serviços policiais e de segurança sejam capazes de obter dados de comunicação em determinadas circunstâncias, para investigar a criminalidade grave e ao terrorismo para proteger o público", disse um porta-voz.
"Conforme estabelecido na Defesa Estratégica e Análise de Segurança, vamos legislar, logo que o parlamento permitir o tempo  para garantir que o uso de comunicações de dados seja compatível com a abordagem do governo para as liberdades civis."
Mas o deputado conservador e ex-sombra da casa, secretário David Davis disse que faria mais fácil para o governo "para espionar um grande número de pessoas".
"O que estamos falando de fazer não é incidir sobre terroristas ou criminosos, são absolutamente e-mails de todo mundo, ligações telefônicas, acesso à web ...", disse à BBC.
"Tudo que for registrado em dois anos o governo será capaz de chegar a ele sem pedir licença de ninguém."
Ele disse que até agora qualquer um que desejasse controlar as comunicações tinham sido obrigado a ganhar a permissão de um magistrado.
"Você não deve ir além de uma sociedade decente e civilizada, mas é o que está sendo proposto."
'Ataque à Privacidade'
Pickles Nick, diretor do grupo Big Brother Watch, chamou o movimento de "um passo sem precedentes, que verá a Grã-Bretanha adotar o mesmo tipo de vigilância visto na China e Irã".
"Este é um ataque absoluto sobre privacidade on-line e está longe de ser claro que isso vai realmente melhorar a segurança pública, enquanto a adição de custos significativos para empresas de internet", disse ele.
Shami Chakrabarti, diretor do Liberty, acrescentou: "Isto é mais ambicioso do que qualquer coisa que tenha sido feito antes. É um passo muito drástico em uma democracia. "
A Internet Service Providers Association, disse que qualquer mudança na lei deve ser "proporcional, a liberdade de expressão e respeito a privacidade dos usuários".
O Sunday Times citou que um funcionário da indústria advertiu que seria "caro, invasivo [e] um pesadelo para executar legalmente".
Mesmo que o movimento seja anunciado no Discurso da Rainha, qualquer nova lei ainda terá que se fazer através do Parlamento, potencialmente, em face da oposição tanto na Câmara dos Comuns e dos Lordes.
O governo trabalhista anterior tentou introduzir uma central, um banco estatal de chamadas telefónicas de todos os e-mails, mas finalmente o lance  caiu depois de uma revolta generalizada.
A então Home Secretary Jacqui Smith levou a cabo esforços semelhantes àqueles que estão sendo revisitados agora, mas os Conservadores e Democratas liberais continuaram a expressar suas preocupações.
O ministro de sombra na época, Chris Grayling, disse que o governo "construiu uma cultura de vigilância, que vai muito além da luta contra o terrorismo e a criminalidade grave".
Chris Huhne, porta-voz de assuntos do Lib Dem, em seguida disse que qualquer legislação que obrigue os provedores de comunicações manter registros de contato seria necessário para "garantias sólidas sobre o acesso", e "um equilíbrio cuidadoso" teria de ser atingido "entre os poderes de investigação e o direito de privacidade ". - BBC News
Leis sobre Monitoramento de E-mail e Web ‘Pode ser Anunciada em Breve '
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O Ministério do Interior diz que novas leis para permitir o monitoramento de todos os e-mails, textos e uso da web no Reino Unido serão levados "logo que o calendário parlamentar permitir".
A declaração surge apesar de críticas generalizadas de planos para permitir a GCHQ em "tempo real" ter o acesso aos dados das comunicações.
Em mais um sinal de uma determinação para seguir em frente com o plano, a Ministra do Interior, Theresa May disse que "pessoas comuns" não teriam nada a temer.
Mas "os criminosos, pedófilos e terroristas" teriam, disse ao The Sun
Ela disse que a idéia foi atualizar a legislação para impedir que seja capaz de cobrir os rastros e "manter o seu segredo de comunicação".
"Não existem planos para qualquer banco de dados de um grande governo ... apenas suspeitos terroristas, pedófilos ou criminosos graves serão investigados", escreveu ela no jornal.
‘Bandidos do Submundo'
Deputados de todos os lados da Câmara dos Comuns têm alertado contra o plano para forçar os provedores de internet e telefone a instalar hardware de monitoramento e uso de sites.
A Sra. May, disse que no momento registros telefônicos são muitas vezes utilizados para resolver crimes, incluindo assassinos de crianças como Ian Huntley, bem como os "bandidos do crime organizado que abateram a tiros Rhys Jones",  de11 anos morto em Liverpool.
Mas o Ministério do Interior diz que as mudanças são necessárias para garantir a comunicação usada nas mídias sociais e serviços de internet e telefone, como o Skype também podem ser gravadas.
As tentativas do último governo trabalhista para criar um banco de dados gigante central que conteria toda a web no Reino Unido e uso de telefone foram retiradas após uma enorme oposição, incluindo dos Conservadores e dos Liberais Democratas.
'Nação de Suspeitos'
Em vez disso os provedores de internet tiveram que manter os detalhes de acesso dos usuários da web, telefone, email e chamadas pela Internet, por 12 meses no âmbito de uma diretiva da UE a partir de 2009.
Embora o conteúdo das chamadas em si não seja mantida, o remetente, destinatário, o tempo de comunicação e a localização geográfica tem de ser registrada.
A proposta da nova lei - que poderá ser anunciada no discurso da Rainha em Maio -, segundo informações, permitirá a GCHQ acessar os dados, como acontece, sem um mandado, em vez de anteceder.
David Davis, o deputado conservador e secretário sombra antigo da casa, rebateu o argumento da senhora May no The Sun: "Nós já temos uma lei que permite que os serviços secretos espionem supostos criminosos e terroristas.
"A nova lei não incide sobre terroristas ou criminosos. Será em permitir que os funcionários públicos monitorem cada pessoa, inocente e comum na Grã-Bretanha, e tudo isso sem um mandado.
"Se eles querem ver todas essas informações devem estar dispostos a colocar seu caso diante de um juiz ou magistrado. Isso vai forçá-los a concentrar-se nos verdadeiros terroristas, em vez de transformar a Grã-Bretanha em uma nação de suspeitos."
O Gabinete de Informação do Comissário Christopher Graham, disse que o caso irá para a retenção desses dados ainda tem que ser feita.
Um documento de informação sobre o assunto em outubro de 2010, obtido pelo conservador Dominic Raab, disse: "É preciso haver algum reconhecimento de que esses dados adicionais serão um pote de mel, como ele irá revelar os hábitos de navegação de celebridades, políticos, etc."
‘A China e o Irã'
Ele sugeriu que um novo delito, possivelmente atraindo uma pena, poderia ser criado para punir qualquer tipo de divulgação indevida.
Críticos têm advertido que qualquer nova lei pode acabar sendo usada mais amplamente do que inicialmente prevista - similar ao Regulamento da Lei controversa sobre poderes de investigação, que tem sido usada não apenas para combater o crime grave pela polícia, mas também foi por autoridades locais, feita para verificar a captação das crianças em áreas escolares.
O comissário de informação disse que os órgãos públicos que não estão envolvidos em lidar com o crime grave ou de segurança nacional, como o Departamento do Trabalho e Pensões, terão que recorrer a um tribunal antes que o acesso seja concedido.
Os planos foram criticadas por grupos de liberdades civis e vários deputados conservadores de segunda linha.
Pickles Nick, diretor do grupo Big Brother Watch, chama o movimento "um passo sem precedentes, que verá a Grã-Bretanha adotar o mesmo tipo de vigilância visto na China e Irã".
O Sr. Raab disse que era "um plano para privatizar a vigilância do Big Brother", e fez virar cada indivíduo "em um suspeito".
‘Salvar Vidas’
Quando o (governo) trabalhista tentou pressionar por mudanças semelhantes, o ministro do Interior conservador e sombra na época, Chris Grayling, disse que o governo "construiu uma cultura de vigilância, que vai muito além da luta contra o terrorismo e a criminalidade grave".
Mas o Lorde Carlile, revisor e ex-oficial de legislação contra o terrorismo, disse que "tendo chegado ao governo, os partidos da coalizão perceberam que este tipo de material tem potencial para salvar vidas, prevenir a criminalidade grave e ajudar as pessoas a evitar de tornarem-se vítimas do crime grave".
O secretário sombra da casa Yvette Cooper disse que os serviços policiais e de segurança tiveram que ser capazes de se manterem com a nova tecnologia, mas deve haver "verificações e equilíbrio" claros sobre o que eles foram capazes de fazer e "fortes salvaguardas para proteger a privacidade das pessoas".
Mesmo que o movimento seja anunciado no Discurso da Rainha, qualquer nova lei ainda terá que ser feita através do Parlamento, potencialmente, em face da oposição tanto na Câmara dos Comuns e dos Lordes.
A Associação de Provedores de Serviços de Internet 'disse qualquer mudança na lei deve ser "proporcional a liberdade de expressão e respeito a privacidade dos usuários". - BBC News
Fonte: VigilantCitizen

Festa da carne..

(Alegria não é?)

O carnaval como sabemos é a festa da carne, mas espero que este texto principalmente possa ser passado aos que não sabem e sendo assim não conhecem a verdade..


O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.

História do Carnaval 
O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
 (fonte: suapesquisa.com/carnaval)

Beleza então, passemos adiante com o conceito cristão, uma vez que já sabemos o conceito humano e racional.

Carnaval nada mais é do que uma festa onde ocorrem as libertinagens da concupiscência da carne, "Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo". 1 João 2:16

O carnaval é a constante (porque dura quase uma semana) liberação das vontades sexuais do homem e da mulher, isso em conjunto gera uma enorme e inconsequente mistura, que leva por fim a violência, a morte, a gravidez precoce, ao adultério, à prostituição, e a morte de inocentes (inclusive o aborto).

Ali nessa massa popular se esfregando, há também a ilustre presença, sine qua non, de demônios conjurados especificamente para destruir os sonhos de Deus para cada uma daquelas vidas que desconhecem o amor real e o sentido da vida.

"Depois, havendo a concupiscência concebido, dá a luz ao pecado; e o pecado sendo consumado, gera a morte". Tiago 1:15

Pouco tempo antes do carnaval, em conjunto as pessoas afirmam no natal, "Que nasça jesus em nossas vidas, que seu amor nasça em nós mais uma vez!", porém mais um pouco de tempo e dizem, "Adeus ano velho, feliz ano novo!", e por fim 2 meses após isso, voltam às suas vidas passadas e esquecem que por intermédio delas mesmas Cristo "renasce" em seus corações, e ao fim do ano, novamente "Cristo renasça em nós!".

Se Cristo pelo menos fizesse 1 ano consecutivo de idade, talvez pudesse fazer algo por elas, mas como nasce todo ano, não tem tempo de crescer e mudar a vida da pessoa. Que vergonha!

Viu só como é triste a mensagem conjunta destas festas?

"Na paixão da concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus". 1 Tessalonicenses 4:5


Aqui nesta imagem vocês podem perceber o T na mão do demônio, isto simboliza Tamuz, um deus da fertilidade para os antigos babilônios, Tamuz tinha por companheira Astarote, a rainha do céu, que era filha de Baal, deusa dos fenícios. A respeito de Baal, podemos citar o seguinte, é a junção dos 4 príncipes do inferno em um único deus, B de Belzebu, A de Astaroth, A de Asmodeo e L de Leviathan.
Uma curiosidade sobre a rainha do céu (Astarote, um dos príncipes do inferno): ela é também chamada de Maria, isso mesmo, a Virgem Maria, que recebe inúmeras rezas e adorações pelos católicos. A Virgem Maria, nada mais é do que uma forma bonita do demônio Astarote.
(Virgem Maria = Astaroth)

As pessoas sabem disso, mas estão cegadas pelo prazer momentâneo. 

"Nos quais, o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus". 2 Coríntios 4:4

Não quero ser chato, mas se possível, repasse esta mensagem.

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O mundo há tempos está mudando para a pior, entra em declínio com tudo o que vem acontecendo. Você está muito confuso e errado se pensa que somente temas como ocultismo e controle mental apontam para todo esse inevitável fim que irá trazer o anticristo para enfim tomar o controle sobre o mundo. A promiscuidade é um importante tema que há muito tempo vem se tornando cada vez normal no dia-a-dia das pessoas sem que elas realmente percebam, muitos jovens ouvindo canções com referências a orgias e sexo por meio do pecado (fora do casamento), e outros muitos vendo cada vez mais produções pornográficas que tem ficado não somente mais presente na vida de jovens do sexo masculino, mas também de garotas que tem caído nessa prisão mental (como já vimos relatado em alguns artigos do ‘Noticias da Semana’). 
Será mesmo que você está se desfazendo de tudo aquilo que você tem consciência que te faz mal espiritualmente, e tem se enganado a cada dia de que isso “não muda nada no seu relacionamento com Deus” ? Você está realmente se atentando ao que Bíblia diz sobre todas essas coisas?