sexta-feira, 23 de setembro de 2011

AUSENCIA DE DEUS - O MAL ACONTECE


SERÁ QUE DEUS É CULPADO ? 
 
Finalmente a verdade é dita na TV Americana.
A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:
'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?'
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:
'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.

Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. 
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'
 
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.
Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.
Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.
E então concordamos com ele.
Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar). 
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.
E nós aceitamos sem ao menos questionar. 
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: 'Está bem!'   
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet. 
E nós dissemos: 
 
'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'. 
Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;
porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...  
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: 
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?' 
A resposta dele: 
'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'
 
É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.  
É triste como alguém diz:
'Eu creio em Deus'.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também 'Crê' em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!  
Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros! 
É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.  
É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana. 
Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua lista de endereços porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado.  
Não é verdade?
Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa...   
'Garanto que Ele que enxerga tudo em nosso coração está torcendo para que você, no seu livre arbítrio, envie estas palavras a outras pessoas'.   
Passe essa mensagem adiante, se acha que ela tem algum mérito.
Se não, ignore-a... e delete-a...
Onde existe Deus 
Existe fome, mas encontra-se o alimento,
Existe dor, mas encontra-se o remédio,
Existe guerra, mas pode-se estabelecer a Paz,
Existem problemas, mas, também, as soluções,
Pode-se estar só, mas não há solidão.
 Onde Ele não está, 
A fome mata,
A dor enlouquece,
A guerra dizima,
Os problemas são senhores,
E a solidão é companheira, mesmo no meio da multidão.
 Cabe a cada um fazer a sua escolha e receber os resultados.
E, por incrível que pareça, esta é a única escolha que podemos mudar quantas vezes quisermos;
Afinal, Deus é o único que sempre tem os braços abertos para nós, quando o procuramos, arrependidos, independente do que tenhamos feito ao abandoná-lo e por quanto tempo estivemos afastados.
 
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

UMA IGREJA QUE CUIDA DO AMBIENTE

TEXTO BÍBLICO: Romanos 8.21,22

Introdução
Nos últimos tempos as pessoas têm voltado sua atenção para algumas questões até então ignoradas. Uma delas é a preocupação com o meio ambiente. Essa é sem dúvida uma questão urgente, pois diariamente testemunhamos graves desastres ambientais (Os 4.3). Mas também havemos de considerar os outros ambientes dos quais todos nós indistintamente fazemos parte: o ambiente espiritual e social.
Na década de 60, um historiador norte-americano, chamado Lymn White Jr. afirmou categoricamente que o mundo ocidental cristão era responsável pela atual crise ecológica do nosso planeta. Entendia, à luz de Gênesis 1.28, que as matrizes de todos os problemas ambientais e ecológicos fundamentavam-se na concepção antropológica judaico-cristã; era uma severa crítica ao cristianismo. Em sua visão deturpada da mensagem bíblica ele afirmava que era vontade de Deus que o homem explorasse a natureza em benefício próprio. Seu pensamento provocou uma onda de agitação no campo da sociologia, filosofia e da teologia. Do lado da teologia, deu-se início a um movimento chamado Ecoteologia; mas, embora o tempo tenha passado e os problemas ecológicos se tornado mais visíveis no mundo todo, muito pouco se fez. E hoje, eles batem à nossa porta, à porta de nossas casas, de nossas famílias e de nossas igrejas.
Infelizmente, durante anos, nossa maior preocupação era só em salvar as almas, não dando atenção ao fato que as almas habitam um corpo e que este ocupa um lugar no espaço. A mensagem de salvação atinge a consciência cristã, deixa claro que estamos de passagem por esta terra e que devemos tornar essa nossa peregrinação mais saudável, deixando no caminho as marcas de um novo ser: um ser que venceu a alienação de si mesmo, da sociedade e da natureza como um todo.
Essas questões, certamente, têm causado bastante mal-estar e provocado muitas discussões acaloradas tanto no meio dos estudiosos do assunto, como da população em geral.

I- O ambiente natural – nossa relação com a natureza
Diante dos últimos acontecimentos catastróficos, nossa fé tem sido desafiada em todas as esferas da vida, inclusive na individual e também na social.
De acordo com as Sagradas Escrituras, o ser humano é o representante de Deus na obra da Criação, é aquele que deveria prolongar a obra criadora de Deus (Gn 1.26-28), cuidando da terra com responsabilidade (Gn 2.15) e desenvolvendo uma convivência pacífica com as árvores e os animais (Dt 20.19; 22.6), consciente da importância do planeta e que não dá para ter desenvolvimento agredindo a natureza.
Deus em sua infinita bondade e sabedoria orientou o homem a administrar e cuidar de uma rica herança – o paraíso. Cultivar é o mesmo que trabalhar a terra, e guardar é o mesmo que preservá-la, portanto, a ordem do Pai é clara e objetiva. Ele nos emprestou a terra, que é sua propriedade (Sl 24.1,2) e dela devemos ser bons usuários, preservando sua fauna, sua flora e seus recursos naturais, que são finitos. Um fato importante a ser sempre lembrado é que o ser humano, induzido por aquele que veio para matar, roubar e destruir, tem se valido daquilo que não é seu – A Terra com tudo que nela há (Sl 24.1) – para intervir na ordem natural dos fatos, ocasionando prejuízo para si e para os outros.
Certa vez ouvi numa classe de EBD: “Não sei por que tanto cuidado com a Terra. Tudo isso não vai ser destruído mesmo?”. É verdade, afirmei; mas não é só porque sei que vou morrer um dia, que vou antecipar a minha morte. Isso é pecado. Infelizmente algumas pessoas ainda pensam assim: estão tão preocupadas com a vida na eternidade que esquecem de vivê-la de forma saudável aqui.
Na agitação descomunal dos dias atuais, até os cristãos estão perdendo a sensibilidade, a capacidade de parar, admirar a beleza da natureza e ver nela a grandiosidade de Deus e percebê-la como amiga e ensinadora dos propósitos divinos (Sl 8; Mt 6.26-29).
Você já se viu tomado por uma visão da natureza, diante de uma estupenda praia de areias brancas e águas transparentes; diante de uma linda cachoeira; de um pôr do sol de fazer calar a alma; de uma noite de céu estrelado e de tantos outros quadros naturais emoldurados pela sensibilidade? Diante deles eu já entoei várias vezes aquele hino que diz: (...) “Então minha alma canta a ti, Senhor: Grandioso és tu”!
Esse mundo esplêndido, maravilhoso, mas também tão frágil, tem sofrido as consequências da desobediência humana e, como não podemos fugir da “lei do retorno”, todos temos sofrido também (Gl 6.7).
A natureza, fonte da revelação geral de Deus, precisa ser vista pela igreja como a grande ajudadora no plano de evangelização: Ela anuncia as obras de Deus (Sl 19.1).

II- Ambiente espiritual – o relacionamento com Deus e na casa de Deus
Enquanto a igreja não se perceber como detentora de uma mensagem de vanguarda, viveremos na retaguarda sendo rebocados pela ditadura das paixões mundanas e da espiritualidade superficial.
Com o advento da tecnologia, principalmente da informática, da internet, ingressamos num mundo novo: o mundo virtual. De repente nos tornamos conhecidos em vários lugares do mundo, sem sequer sairmos de um dos cômodos de nossa casa. Conhecemos “um milhão de amigos”, que não são reais, mas apenas virtuais. Somos alienados por que não passam de mensagens “twitadas”, “orkutadas”, sem profundidade, sujeitas ao tempo, à vontade, ao vício e créditos de cada um. São amigos que vêm e se vão na velocidade de um click ou no aperto de uma tecla.
Há aqueles que já perderam ou nem adquiriram a capacidade de compartilhar sentimentos profundos; são incapazes de se verem nos olhos do outro, preferem os contatos telefônicos, as mensagens via internet, os recadinhos no orkut e nos celulares.
Há também pastores que já aconselham suas ovelhas pelo MSN. É mais prático para eles e menos constrangedor para elas; não é mais preciso o tão incômodo “olho no olho”.
Em muitas igrejas, a entrega dos dízimos e das ofertas é feita por meio de cartão de crédito ou de transferências, depósitos bancários e assim, vamos perdendo a alegria do doce momento da dedicação (Sl 122.1). No lugar da obediência com gratidão, valoriza-se a eficiência.
Ensinam-nos que a vida religiosa é rentável: tudo vai prosperar e então, a igreja tem se transformado numa empresa da fé, um negócio abençoado e abençoador quando achamos que podemos tirar proveito financeiro e social da nossa fé (At 5.11; At 16.16-19). A Palavra de Deus nos alerta contra tais atitudes (Mt 21.12,13).
O resultado de tudo isso é aquele que já começamos ver em algumas igrejas: templos vazios, porque as pessoas estão muito cansadas, ocupadas, preocupadas consigo e com seus negócios e com uma fé que se basta, são como ramos amputados da videira (Jo 15.6). Outra realidade também é notada: templos superlotados onde as pessoas dão os seus “lances de fé” ou se acotovelam para alcançar alguma bênção (Jo 6.26).
Como está o meu ambiente espiritual? Ele também precisa ser cuidado e preservado para que não se perca.

III- Ambiente social – minha relação com o próximo
Creio que todos os itens deste estudo estão intimamente ligados e isso é proposital.
Durante décadas e décadas a sociedade como um todo está exposta a um tipo de doutrina filosófica chamada Deísmo. O que é o Deísmo? É uma crença em um Deus criador, mas que não mantém envolvimento contínuo com o mundo e os eventos da história humana. Em suma, é o deus apenas Criador, mas não Senhor.
Essa doutrina tem ao longo dos anos causado estrago em muitas vidas.
Muitas pessoas pensam: Se Deus não está nem aí para a sua criação, por que tenho eu de me preocupar com ela?
Também pensam: se Ele não está nem aí para mim, por que devo me preocupar com Ele?
Muitas dessas pessoas até admiram Deus por causa da sua criação, vendo-o como o designer criativo, mas também como o pai que pôs o filho no mundo e o abandonou, deixando-o como órfão.
Isso tem gerado nas pessoas um sentimento de solidão, abandono e revolta. Muitos crentes também se sentem assim: sozinhos no mundo, enfrentando todas as dificuldades e, à medida que vão conseguindo sobreviver, vão se sentindo mais capazes por si mesmos, se fecham, não abrem espaço para ninguém a não ser para eles mesmos.
É a geração de egoístas, que busca seus próprios interesses, amantes de si mesmos (2 Tm 3.2); que olha para si e para os outros e diz: “não há Deus” (Sl 14.1).
Geração que ajunta tesouros na terra (Mt 6.19-21), que busca os primeiros assentos (Mc 12.39), e até as orações nas esquinas (Mt 6.5), mas muito distante dos propósitos de Deus (Mc 12.30).
Essa postura vem, ao longo dos anos, alimentando um espírito de disputa, de competição na sociedade e na igreja também. Ninguém mais quer servir; todos querem ser servidos (Lc 22.24-27). Ninguém quer ser servo. Todos querem ser senhores (Mt 20.26-28). Também pensam que se Deus existe, existe para atender às exigências de seus filhos caprichosos, infantis na fé e cada vez mais exigentes.
Como o Deísmo ensina, se Deus não está preocupado com a sua criação, também as criaturas podem fazer o que bem entendem e o culto não precisa ser para agradar a Deus, mas para agradar os próprios adoradores. Então, vale tudo que os adoradores desejarem.
Algumas igrejas já nem conseguem mais ver-se, e serem vistas como tais.
Outras há que se preocupam muito com o “ir até Deus”, mas não em trazer o reino de Deus à terra. O sal precisa sair do saleiro (Mt 5.13-16).
Como igreja do Senhor, precisamos aprender com Ele mesmo a buscar relacionamentos sólidos, duradouros, baseados na integridade cristã e no verdadeiro amor (Jo 17.25,26).
Se assim agirmos, seremos capazes de redirecionarmos o nosso olhar, procurando melhor relacionamento com Deus, com nós mesmos e com o próximo.

Para pensar e agir
 A Terra é a nossa casa, ainda que por um pouco de tempo. Enquanto estamos aqui, zelemos pela obra de Deus. O que podemos fazer hoje pelo mundo de amanhã?
 O progresso é bom e inevitável, mas ele precisa estar a serviço da qualidade de vida das pessoas.
 O modo como me relaciono com as pessoas diz como me relaciono com Deus. Já pensou nisso?
 A espiritualidade precisa ir além das paredes do templo e do meu local individual de leitura da Bíblia e oração.
Como tem sido o meu ambiente espiritual?
Devemos cuidar da criação, mas sem transformar a natureza em divindade e a causa ecológica em culto. Amá-la sim, idolatrá-la jamais (Rm 1.25)!
Leituras diárias:
segunda-feira – Gênesis 2.4-15
terça-feira – Gênesis 3.9-18
quarta-feira – Levítico 25.1-4
quinta-feira – Lucas 18.9-14
sexta-feira – João 8.1-11
sábado – João 17.1-24
domingo – Mateus 6.2-18